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Ato em defesa dos Direitos das Mulheres: 5 de março, em Brasília
Sex, 27 de Fevereiro de 2015 21:33
 
“As Religiões pelos direitos das Mulheres” é o tema do Ato que pretende reunir mulheres de todas as religiões, na Avenida das Bandeiras – Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF, no próximo dia 5, por ocasião do Dia Internacional da Mulher a ser celebrado no dia 8 de março.
 
O Ato, que é organizado pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), Fé Bahai, Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), Abrawica e Federação Umbanda e Candomblé consistirá em momentos de reflexão e uma caminhada celebrativa do Dia da Mulher.
 
A secretária-geral do CONIC, Romi Benke, falou sobre as razões da realização deste evento. “Ao celebrarmos o Ano de Hypatia, considerada a primeira mulher que sofreu as consequências da intolerância religiosa, queremos reafirmar nosso compromisso em favor do diálogo, da promoção de uma cultura de paz e, principalmente, chamar a atenção para os altos índices de violência contra a mulher que ocorrem em nosso país. Esta violência é resultado de um sistema que se assegura em pilares patriarcalistas e colonialistas”, disse.
 
De acordo com Romi, o ato será, também, um momento para reafirmar as esperanças de que religiões precisam colaborar para a promoção de uma cultura de paz, porque segundo ela, não há paz, enquanto o discurso de negação dos direitos das mulheres não for superado. O que elas querem é que suas vidas sejam valorizadas. “Todos os anos, muitas mulheres são assassinadas em nosso país. Muitas são mortas por causa do seu engajamento social, citamos o exemplo de irmã Dorothy e mulheres ligadas a movimentos sociais, outras são mortas por causa da intolerância religiosa, como foi o caso de Mãe Gilda e há outras que são mortas por crimes passionais e violência policial. Não podemos negar esta face pouca positiva de nosso país em relação às mulheres”, concluiu.
 
Na análise da presidente da CRB, irmã Maria Inês Vieira Ribeiro, o convite do CONIC à entidade para participar do ato se deve ao fato de que o Conselho de Igrejas vê as mulheres consagradas como protagonistas de uma nova história que, assumindo trabalhos desafiadores, sem medo vão às periferias da existência humana. “Elas são protagonistas nesta ação de defesa das mulheres em situação de exploração por meio do Tráfico Humano, do trabalho escravo prostituição infantil e feminina. Independente de apoio ou de reconhecimento, a mulher consagrada procura ocupar o seu espaço na Igreja e na sociedade. Precisamos apoiar um ato como esse”, enfatizou.
 
Contudo, de acordo com a irmã Maria Inês, na Igreja Católica as mulheres ainda enfrentam o problema da desigualdade e da discriminação. “Estamos muito longe de um caminho de igualdade, de respeito pelas mulheres”. 
 
Sarau “Papo de Mulher”
 
O CONIC convida, ainda, todas as mulheres e homens para participarem do “Sarau Papo de Mulher” a realizar-se no dia 8 de março, às 19h, na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, situada na EQS 309/310 Sul. O encontro será um momento de convivência e partilha, com também uma oportunidade para que novas pessoas abracem a causa ecumênica e de promoção de um mundo menos desigual entre mulheres e homens.
 
Veja o convite do Ato:
 
 
Com informações da CRB
Foto: CRB Nacional
 
Simpósio de Missiologia faz memória dos 50 anos do Decreto Ad Gentes
Sex, 27 de Fevereiro de 2015 21:09
 
Recordar os 50 anos do Decreto conciliar Ad Gentes, sobre a missão, resgatando sua origem, incidência e ressonância na caminhada da Igreja, e as novas configurações e perspectivas da missão aos povos. Com este objetivo acontece, ao longo desta semana, dias 23 a 27, em Brasília (DF), o 4º Simpósio de Missiologia.
 
Promovido pelo Centro Cultural Missionário (CCM) e a Rede Ecumênica Latino-americana de Missiólogos e Missiólogas (RELAMI) o evento reúne 55 pessoas entre, docentes, teólogos, pesquisadores, representantes de instituições missionárias e agentes de pastoral do Brasil e convidados de Moçambique e do México. Entre os participantes estão missionárias e missionários estrangeiros atuando no Brasil.
 
“Os 50 anos da promulgação do Decreto Ad gentes nos lembram de 50 anos de luta já evidenciada durante o Vaticano II. Aliás, a missão se dá sempre num contexto de luta, luta para o bem viver da humanidade, a construção de um horizonte de sentido, para a valorização dos contextos, universalmente, de descolonização que continua até hoje, porque a globalização é uma nova colonização”, afirmou padre Paulo Suess na abertura dos trabalhos. No Simpósio, o missiólogo apresentará as novas configurações e perspectivas para a missão aos povos.
 
Suess lembra que, “o Ad Gentes afirma a possibilidade de salvação a partir de outros credos, culturas e religiões. Na Igreja católica, que por dois mil anos considerou ter o monopólio salvífico, a nova visão representou uma ‘ruptura’. Essa ruptura não significa também ruptura com a tradição da Igreja ou significa voltar à verdadeira tradição do Evangelho?”, perguntou Suess e recordou que o Decreto Ad gentes passou por muitas redações e sendo promulgado no último minuto do Concílio, no dia 7 de dezembro 1965. Em sua avaliação, no pós-concílio, o setor que se sentiu derrotado pela nova orientação, procurou recuperar as suas antigas posições. “O documento Iesus Dominus, de 2000, aponta para essa recuperação e reconstrução de uma continuidade pré-conciliar”. Essas e outras questões serão debatidas durante o Simpósio.
 
Na manhã desta terça-feira, 24, o secretário executivo do CCM e da RELAMI, padre Estêvão Raschietti, SX, falou sobre a Missão aos povos a partir do Concílio. Apresentou a dimensão missionária do Concílio contido no Decreto Ad Gentes, sua contextualização, gênese e configuração.
 
“A missão aos povos diz respeito ao conjunto de significados, articulações e tarefas específicas relativas à atividade missionária num contexto sócio-cultural ‘não-cristão’, que exige sempre dos agentes um deslocamento transcultural”, destacou padre Estêvão. “Trata-se de uma missão específica que deve ser necessariamente vinculada à natureza missionária da Igreja e que deve envolver a Igreja como um todo. A missão ad gentes contribui para alimentar a missionariedade eclesial com a dimensão universal da qual é testemunha profética”, sublinha o missiólogo.
 
Segundo ele, “o Decreto Ad Gentes não pode ser lido sem uma abordagem integral do evento conciliar, em todos os documentos. Com o Vaticano II a Igreja católica procurou um próprio reposicionamento em relação ao mundo, inaugurando uma época de transição de uma cristandade fechada e autocomplacente para uma Igreja samaritana e missionária”.
 
Sobre o Decreto Ad Gentes, padre Estêvão destacou que “a Igreja e a sua missão evangelizadora têm sua origem e sua fonte na Santíssima Trindade, segundo o plano do Pai, a obra do Filho e a missão do Espírito Santo. A Igreja colabora esta missão do amor de Deus em nosso mundo”.
 
Na avaliação do assessor, o magistério pontifício pós-conciliar retoma várias questões ainda indefinidas, dando passos importantes na reflexão. A participação das Igrejas locais na missão aos povos ainda deixa a desejar. O Ad Gentes continua a desafiar profeticamente a Igreja de todos os continentes no campo da cooperação e na responsabilidade com a dimensão universal da missão. “O que precisa ainda fazer para que as nossas Igrejas assumam sua vocação missionária ad gentes?”, questionou padre Estêvão.
 
Na segunda parte da manhã, padre Sidnei Marco Dornelas, CS, assessor da Comissão Episcopal para a Missão Continental apresentou a caminhada pós-conciliar na América Latina a partir dos documentos do CELAM.
 
O estudo pretende gerar debate acerca da missão ad gentes entre os membros da RELAMI criada por ocasião do 2º Simpósio de Missiologia, em 2013, e composta por especialistas, pós-graduandos, mestres e doutores em missiologia. Discutirá também, o papel dos missiólogos e missiólogas na animação, cooperação e articulação missionária da Igreja no Brasil.
 
Com informações das POM / Jaime C. Patias
Foto: POM
 
CNBB e OAB lançam manifesto em defesa da democracia e da reforma política
Qui, 26 de Fevereiro de 2015 21:22
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançaram ontem (25) o Manifesto em Defesa da Democracia. O documento, assinado pelos presidentes da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, e da CNBB, cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, tem por objetivo contribuir para o debate da reforma política.
 
Para as entidades, o Brasil enfrenta graves dificuldades político-sociais e o sistema político passa por uma crise. “A inquestionável crise por que passam, no Brasil, as instituições da democracia representativa, especialmente o processo eleitoral, decorrente de persistentes vícios e distorções, tem produzido efeitos gravemente danosos ao próprio sistema representativo, à legitimidade dos pleitos e à credibilidade dos mandatários eleitos para exercer a soberania popular”, diz o texto.
 
No manifesto, CNBB e OAB pedem o fim do financiamento empresarial às campanhas eleitorais, “causa dos principais e reincidentes escândalos que têm abalado a nação". Com o fim desse sistema de financiamento, as instituições acreditam que será possível afastar "a censurável influência do poder econômico" no resultado das eleições.
 
O presidente da OAB defendeu a aprovação, ainda neste ano, da reforma política no Congresso Nacional, a criminalização do caixa 2, além do fim do voto proporcional. “Não é possível imaginar que não ocorra, neste ano, a aprovação da reforma política. Queremos discutir a reforma política para tentar combater as causas desse grave problema que podemos verificar na vida pública de desvio de conduta. Queremos que haja criminalização do caixa 2 de campanha e que o eleitor saiba exatamente quem ele está elegendo na hora de pleito, acabando – como ocorre hoje – com que o eleitor vote em um [candidato] e acabe elegendo outro”, disse Coêlho.
 
A CNBB e a OAB lideram 106 entidades da sociedade civil que formam a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. A coalizão está coletando assinaturas para uma proposta de iniciativa popular sobre a reforma política.
 
Segundo dom Raymundo, já foram colhidas 500 mil assinaturas de eleitores para o projeto de iniciativa de popular. “Estamos intensificando a coleta de assinaturas durante o período da Campanha da Fraternidade [realizada anualmente pela Igreja Católica na época da Quaresma, abordando sempre problemas concretos que envolvem a sociedade brasileira] para que tenhamos, como um dos resultados da campanha, este ano, um número de assinaturas que chegue a 1,5 milhão e, assim, poder levar ao Congresso, em abril, esse projeto de iniciativa popular.”
 
Ontem à tarde, as entidades tiveram um encontro com parlamentares para debater o projeto de reforma política democrática na Câmara dos Deputados. “O manifesto pretende chegar à sociedade por meio das entidades que apoiam a proposta de reforma política democrática. Vamos ao Congresso Nacional lançar esse manifesto também para que [os parlamentares] tomem conhecimento. Nós não pretendemos ser donos da verdade. É um projeto que colocamos como proposta para ser discutido", disse dom Raymundo.
 
O presidente da CNBB defendeu ainda que a população acompanhe ativamente a tramitação das propostas que tratam do assunto. "Desejamos que a sociedade acompanhe esse processo no Congresso para que as reformas que deseja não sejam desvirtuadas. Cabe ao Congresso a reforma política, mas cabe à sociedade participar e acompanhar esse processo”, disse dom Raymundo.
 
 
 
 
Com informações da EBC / Ana C. Campos
Fotos: José Cruz/Agência Brasil
 
Painel de debates sobre a Campanha da Fraternidade 2015
Qua, 25 de Fevereiro de 2015 22:05
 
No dia 21 de fevereiro, o Centro Social Marista, diocese de São Miguel Paulista (SP), recebeu um painel de debates sobre a Campanha da Fraternidade 2015, que tem como tema: "Igreja e Sociedade" e lema: "Eu vim para servir" (Mc 10, 45).
 
O encontro contou com o apoio de várias entidades, entre elas, a Pastoral da Juventude (PJ) da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Setor Itaquera, a Rádio 9 de Julho, a Rede Ecumênica da Juventude (REJU) e a Rede Marista de Solidariedade.
 
Estiveram presentes representantes das igrejas Anglicana, Católica, Presbiteriana, Luterana, além de lideranças de religiões afro, como o Candomblé, e um representante do poder público na área de educação, totalizando 290 pessoas.
 
A atividade buscou refletir e apontar caminhos para uma igreja que é chamada a converter-se e se dirigir à sociedade e a todos os cidadãos para dialogar e servir. O encontro ficou sob a responsabilidade do padre Paulo Bezerra, coordenador das Pastorais Sociais da diocese de São Miguel Paulista. "Sair daqui para servir e servir bem melhor por uma profecia de serviço e justiça em nossas igrejas, para ser sal, luz e fermento no mundo", acentuou padre Paulo.
 
Logo à chegada, houve uma alegre acolhida e um excelente café da manhã. Em seguida foi realizada uma mística apresentada por jovens da PJ, com o mantra "Tudo o que move é sagrado, que remove as montanhas com todo o cuidado no amor". Vale lembrar que na mesa de debates estiveram Daniel Souza (REJU), Romi Bencke (CONIC) e dom Angélico Sândalo Bernardino.
 
Concurso CFE 2016: prorrogado prazo de envio para 23 de abril
Ter, 24 de Fevereiro de 2015 19:15
A Campanha da Fraternidade de 2016 será ecumênica, ou seja, reunirá outras igrejas cristãs além da católica. Tal como nas três versões anteriores, a ação será coordenada pelo CONIC. Uma das maiores novidades para esta IV edição é que ela deverá transpor fronteiras nacionais, já que contará com a participação da Misereor - entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina.
 
O objetivo principal da iniciativa será chamar atenção para a questão do saneamento básico que, no Brasil, caminha a passos lentos – apesar da importância do mesmo para garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida para tod@s.
  
“Casa comum, nossa responsabilidade” será o tema da Campanha. O lema bíblico para apoiar esta escolha a baseia-se em Amós 5:24, que diz: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. Ambos, tema e lema, foram definidos em uma reunião realizada em São Paulo, entre os dias 4 e 6 de novembro, reunindo membros da Comissão da Campanha e representantes da Misereor.
 
Música e Cartaz da Campanha: você pode participar
 
A música tema e o cartaz da Campanha serão escolhidos por meio de um concurso. Todos poderão participar, desde que obedeçam aos critérios dos Regulamentos.
 
 
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REGULAMENTO MÚSICA
 
CONCURSO PARA A MÚSICA DA 
CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016
 
O CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS DO BRASIL lança concurso para escolher a música temada Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016.
 
Tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica: Casa comum, nossa responsabilidade.
 
Lema Bíblico: Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca (Am 5.24)
 
Objetivo geral: assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhar-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade de nossa casa comum.
 
1. O que enviar?
 
Para concorrer, o participante precisa encaminhar:
 
Proposta de letra e música considerando as seguintes orientações:
 
a) A música-tema da CFE 2016 precisa considerar os aspectos litúrgicos e celebrativos que envolvem a CFE, em especial as perspectivas de denúncia e anúncio;
b) Que esteja, preferencialmente, de acordo com o período litúrgico da CFE, período de quaresma;
c) É importante que o compositor ou compositora realcem bem o sentido da letra. É importante que antes de pensar na composição o autor ou a autora estude bem a letra da canção e observe os acentos tônicos (fortes) das palavras para que haja uma correspondência natural com os tempos fortes da melodia. Quando as sílabas não acentuadas (átonas) coincidiram com os tempos fortes de cada compasso, a palavra fica deformada (por exemplo: terrá, horá, vamós, etc);
d) Que a letra e a melodia sejam fluentes, simples, mas belas. A tessitura média das notas musicais preferencialmente sejam acomodadas entre “dó3" (dó central do piano ou órgão) e o do " dó 4" (uma oitava acima;
e) Que a música seja construída a partir da escala diatônica, evitando, assim, cromatismos exagerados (semitons sucessivos) e intervalos de difícil entoação;
f) Que busque a originalidade, fugindo da estética da música de mercado, e seus chavões e clichês por demais conhecidos e gastos;
g) Que a canção possa refletir e se inspirar na diversidade musical brasileira.
 
2. Sobre o formato
 
As músicas precisam ser escritas em pauta, com a dimensão dos acordes (cifras) para o acompanhamento instrumental. As melodias que não vierem anotadas na pauta automaticamente serão desclassificadas.
Estejam, exclusivamente, em formato MP3.
 
4. Da inscrição:
 
O título da mensagem de e-mail que encaminhará o material para o Concurso deverá ser preenchido com um pseudônimo.
 
A composição e melodias deverão estar acompanhadas de:
 
a) Nome e endereço do(s) autore(as), compositore(as);
b) Declaração (vide Anexo 1) cedendo os direitos autorais em benefício do CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS - CONIC;
c) Autorização para que a equipe técnica do CONIC possa realizar eventuais alterações / ajustes na peça. 
 
5. Da autoria:
 
Poderá ser individual ou em grupo
 
6. Do prazo:
 
O prazo para o envio de propostas é 23 de ABRIL de 2015.
 
7. Da seleção:
 
A seleção será em reunião específica. 
 
8. Endereço de envio:
 
Todo material deverá ser enviado para o endereço eletrônico  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , com cópia para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Materiais encaminhados apenas para um dos e-mails acima citados poderão, eventualmente, ficar de fora do Concurso.
 
REGRAS SOBRE A PREMIAÇÃO:
 
A premiação deste Concurso será sua reprodução no CD oficial da Campanha Ecumênica da Fraternidade 2016 e nas demais peças da Campanha os créditos do(s) compositores ou das compositoras. Obs.: não haverá premiação em dinheiro.
 
 
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REGULAMENTO CARTAZ
 
CONCURSO PARA ILUSTRAR O CARTAZ DA 
CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016
 
O CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS DO BRASIL lança concurso para escolher o cartaz que ilustrará as peças de divulgação (virtuais e impressas, do CONIC e parceiros) da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016.
 
Tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica: Casa comum, nossa responsabilidade.
 
Lema Bíblico: Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca (Am 5.24)
 
Objetivo geral: assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhar-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade de nossa casa comum.
 
1. O que enviar?
 
Para concorrer, o participante precisa encaminhar:
 
- Um cartaz, já finalizado, que reflita o tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Obs.: todo material encaminhado deve ter escrito, de forma inequívoca, seja no rodapé, topo ou mesmo centralizado, a seguinte frase: Casa comum, nossa responsabilidade e o lema bíblico: Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca (Am 5.24)
 
2. Em qual formato enviar?
O cartaz poderá conter desenhos, fotografias e artes (pintura, colagem, montagem) e deverá ser encaminhado em formato JPG (exclusivamente), com resolução de 300 DPI (exclusivamente), sendo 3000px de largura e 4000px de altura.
 
3. Regras sobre a premiação:
 
A premiação deste Concurso será a divulgação do cartaz nas peças de divulgação da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 (virtuais e/ou impressas, do CONIC e parceiros), com os créditos do(s)autor(es). Obs.: não haverá premiação em dinheiro.
 
4. Da inscrição:
 
O título da mensagem de e-mail que encaminhará o material para o Concurso deverá ser preenchido com um pseudônimo.
 
O cartaz terá de vir acompanhado de:
 
a) Nome e endereço do(as) autor(es/as);
b) Texto explicando a inspiração para o material encaminhado;
c) Declaração (vide Anexo 1) cedendo os direitos autorais em benefício do CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS - CONIC;
d) Autorização para que a equipe técnica do CONIC possa realizar eventuais alterações / ajustes na peça.
 
5. Da autoria:
 
Poderá ser individual ou em grupo
 
Se a produção do cartaz envolver o uso de imagens ou criação de outra pessoa, será necessário que a utilização esteja devidamente autorizada pelos autores e/ou autoras (vide Anexo 2) e, no caso de imagens de pessoas (fotografia), que estas tenham autorizado a sua veiculação (vide Anexo 3).
 
6. Do prazo:
O prazo para o envio de propostas é 23 de ABRIL de 2015.
 
7. Da seleção:
A seleção será em reunião específica.
 
8. Endereço de envio:
 
Todo material deverá ser enviado para o endereço eletrônico Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , com cópia para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Materiais encaminhados apenas para um dos e-mails acima citados poderão, eventualmente, ficar de fora do Concurso.
 
NOTA PÚBLICA: Massacre em Conceição do Araguaia
Ter, 24 de Fevereiro de 2015 16:57
 
A Diretoria e Coordenação Executiva Nacional da CPT, profundamente chocadas com a notícia do massacre de seis pessoas de uma mesma família, na área rural de Conceição do Araguaia, Pará, vêm a público para externar sua indignação diante de tão brutal crime e para exigir medidas que ponham um fim a situações que propiciem a ocorrência de tão execráveis atos.

Eram passados somente cinco dias da recordação dos 10 anos da morte de Irmã Dorothy Stang, quando o massacre ocorreu. Neste intervalo, vozes do governo haviam afirmado que, devido às medidas adotadas após o triste episódio do assassinato da missionária, os conflitos e a violência no campo no estado do Pará haviam diminuído drasticamente.

O massacre de Conceição do Araguaia, porém, veio desmontar a fala das autoridades. Se de um lado é certo que houve diminuição nos números das violências e dos conflitos, continuam sempre muito presentes as condições que levam, a qualquer momento, a situações como a do massacre que hoje deploramos.
Permanecem inalterados:

- a morosidade dos processos burocráticos que se estendem por anos, enquanto as famílias aguardam o assentamento em acampamentos ou ocupações mais que precários;
- os julgamentos que erigem a direito maior o “direito à propriedade”, em detrimento das exigências do cumprimento da função social da propriedade.
 
A isso se soma o esfacelamento dos órgãos responsáveis pela reforma agrária, acompanhados de cortes no seu orçamento.

Tudo isso é um triste sinal, uma trágica parábola de como está sendo deixada à barbaridade selvagem, a questão agrária.

Neste caso de Conceição do Araguaia, como sempre em casos de repercussão nacional, ouvimos que dentro de 90 dias, a situação da área onde houve o massacre será resolvida.

A Coordenação da CPT, porém, não acredita em soluções que simplesmente resolvem uma situação concreta, mas nada muda do que as sustenta. São necessárias ações que facilitem o acesso à terra, para os que dela necessitam. O Congresso Nacional, ao invés de propor emendas constitucionais e projetos de lei que limitam os direitos dos povos e comunidades aos territórios dos quais foram esbulhados, deveria aprovar projetos de lei que abram caminhos para o rápido assentamento das famílias sem terra, como propõe a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, na sua 52ª Assembleia, em 2014: “aprovação do projeto de lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, que determina a imissão imediata do INCRA na posse dos imóveis desapropriados para fins de Reforma Agrária, uma vez comprovado o cumprimento dos requisitos legais para expedição do mandado, resolvendo-se em ações separadas as impugnações relativas à improdutividade da terra e ao valor do imóvel.” (A Igreja e a Questão Agrária Brasileira no Início do Século XXI, nº 197).
 
E o poder Judiciário deveria tomar medidas para que os juízes não emitam “sentenças liminares nos conflitos possessórios sem que sejam ouvidas todas as partes, seja verificada a função social da propriedade e seja analisada a consistência das matrículas e dos registros cartoriais dos imóveis em disputa.” (Nª 205)
 
Só com ações profundamente saneadoras poderão se evitar massacres como o do último dia 17.
 
A Diretoria e Coordenação Executiva Nacional da CPT
 
Igrejas de fala portuguesa se aproximam na missão e na diaconia
Seg, 23 de Fevereiro de 2015 22:09
 
A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), membro da Comunhão Anglicana, tem a alegria de acolher, na Diocese de Recife, o 2° Encontro de Igrejas de Fala Portuguesa da Comunhão Anglicana. A atividade, que será realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, conta com apoio do escritório da Comunhão Anglicana em Londres, da Anglican Alliance e da United Society of Mission – Us (antiga USPG). No dia 27, a partir das 11h, haverá uma etapa aberta via WEBINAR - Plataforma de Seminários On-Line. Nesta, os internautas estão convidados a participar.
 
Haverá apresentações de Joanildo Burity, membro do Conselho Consultivo Anglicano; Francisco Silva, primaz da IEAB; Sandra Andrade, representante da Anglican Alliance; Paulo Ueti, facilitador Regional de Anglican Alliance; Carlos Matsinhe, bispo da Diocese de Libombos/Moçambique, além de um membro da diocese de Angola, ainda a confirmar.
 
Um dos objetivos desta ação é partilhar a missão, a diaconia e os desafios para a educação teológica e a vida no espírito. Também se pretende buscar caminhos comuns de colaboração e compartilhamento de recursos.
  
Tod@s podem - e devem - participar fazendo perguntas sobre desafios e oportunidades que o encontro oferecerá para o presente e para o futuro das igrejas envolvidas. "Trata-se de uma excelente oportunidade de diálogo e debate. O ecumenismo certamente dará o tom de mais esta atividade envolvendo a Igreja Anglicana", afirmou a secretária-geral do CONIC, Romi Bencke.
 
Para participar do Encontro, acesse:
 
1° Curso de Apoio Psicossocial de Base Comunitária em Emergências
Dom, 22 de Fevereiro de 2015 20:30
O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), o Fórum Ecumênico ACT Brasil e a Fundação Luterana de Diaconia (FLD), em parceria com a Comunidade Internacional de Prática em Apoio Psicossocial de Base Comunitária (APBC) da Aliança ACT, estão realizando o primeiro curso de Apoio Psicossocial de Base Comunitária em Emergências no Brasil voltado a lideranças de diferentes expressões religiosas. O curso será entre os dias de 4 a 8 de maio de 2015, em Porto Alegre (RS).
 
Em contextos de desastres, o papel desempenhado pelas lideranças religiosas é essencial: além de se envolverem no estágio inicial da resposta, são reconhecidas como elos fundamentais junto às comunidades afetadas: conhecem sua história, suas tradições, suas forças e desafios.
 
A abordagem de APBC acrescenta as dimensões mental, social, emocional, cultural e espiritual à tradicional ajuda humanitária, centrada nos aspectos biológicos e materiais. É fundamentada no fortalecimento do bem estar psicossocial das pessoas e comunidades afetadas, permitindo sua recuperação a partir de seus próprios conhecimentos, organização e capacidades.
 
Como participar:
 
Para participar, as pessoas interessadas deverão preencher o formulário (CLIQUE AQUI para fazer o download) e enviá-lo para os e-mails Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. até 20 de março. As pessoas selecionadas serão comunicadas diretamente e, entre os dias 30 de março e 1° de abril, a FLD irá entrar em contato para que as passagens aéreas sejam providenciadas com a máxima urgência. 
 
Sobre custos:
 
As despesas com transporte aéreo ou terrestre (ônibus), hospedagem e material durante o encontro serão asseguradas pelas organizações promotoras do curso. As pessoas participantes deverão cobrir as despesas menores durante a viagem, tais como: táxi, transporte público e alimentação.
 
Presença integral:
 
A presença integral no curso é condição indispensável para a seleção, uma vez que os conteúdos estão interligados e se complementam na formação. Serão fornecidos certificados.
 
Conteúdos:
 
Promoção do bem estar psicossocial
Cuidado espiritual
Princípios orientadores do apoio psicossocial de base comunitária
Primeiros socorros psicológicos
Gestão de conflitos
Resiliência
Mobilização comunitária
Códigos de conduta
Construção de sentidos
 
Assessoras:
 
Kathy Angi é pastora ordenada da Igreja Presbiteriana dos EUA, graduada em Serviço Social e especialista em Apoio Psicossocial. Kathy trabalhou durante 20 anos na área de resposta humanitária em situações de emergência na África, Ásia, América Latina e Europa. A interface entre o mundo humanitário e o mundo inter-religioso é uma área de especial interesse para ela, que tem trabalhado com a Aliança ACT e seus membros desde 1994, atuando, ainda, numa congregação local nos EUA.
 
Anne Kubai é professora de Estudos Inter-religiosos da Universidade de Uppsala, Suécia. Com extensa pesquisa e trabalho com várias comunidades religiosas na África, América Latina, Caribe e Europa em tempos de crises, interessa-se particularmente pelo tema das religiões em situações de emergência. Anne é queniana, mas mora e trabalha na Suécia há 10 anos. Presta consultoria para o governo sueco na área de cuidados com pessoas refugiadas e tem experiência no trabalho com pessoas deslocadas e sobreviventes de tortura.
 
Outras dúvidas podem ser esclarecidas com Marilu Menezes (via Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) ou Susanne Buchweitz (via Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ), telefone (51) 3225-9066.
 
CMI congratula Carlos Emilio Ham, novo reitor do seminário de Matanzas
Dom, 22 de Fevereiro de 2015 11:50
 
O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) enviou congratulações ao reverendo Carlos Emilio Ham, por sua eleição como reitor do Seminário Teológico Evangélico de Matanzas, em Cuba. Pastor da Igreja Presbiteriana-Reformada em Cuba, Ham trabalhou em diversas áreas do CMI entre os anos de 2001 e 2013.
 
A decisão foi tomada durante reunião da diretoria do Seminário Teológico Evangélico de Matanzas, no dia 10 de fevereiro, que também nomeou Clara Luz Ajo Lázaro, da Igreja Episcopal de Cuba, como vice-reitora do seminário. A nova liderança trabalhará entre junho de 2015 e junho de 2018. Sua instalação ocorrerá durante a cerimônia de graduação do seminário, no dia 10 de junho de 2015.
 
Enquanto viveu em Genebra, Ham trabalhou no CMI nas áreas de missão e evangelização, diaconia e relações com a América Latina e Caribe.
 
Fazendo referência à famosa descrição do professor Hans Ruedi Weber sobre o Instituto Ecumênico do CMI, em Bossey, Suíça, como o "laboratório do movimento ecumênico", Ham também percebe o Seminário de Matanzas como laboratório de educação teológica em Cuba. "Inspirado pela graça de Deus, seguindo a rica tradição e apoiado por uma equipe totalmente engajada e por parceiros comprometidos", Ham espera "incrementar a visão contínua do seminário, que é inspirada nas palavras de Coríntios 12.4-9", afirmou.
 
Esta visão, explica Ham, destaca o ecumenismo, englobando uma diversidade de bens, mas com o mesmo Espírito, numa variedade de serviços, mas com o mesmo Senhor. "Esta visão também inclui a espiritualidade, com a manifestação do Espírito para o bem comum, e a formação, que promove a expressão da sabedoria e do conhecimento de acordo com o mesmo Espirito", disse Ham.
 
"Estas são as maiores prioridades missionárias para as igrejas no atual kairós cubano, que as igrejas são chamadas a facilitar", acrescentou.
 
"Foi com grande alegria que recebemos a notícia da eleição de Carlos Ham como reitor do seminário de Matanzas", disse Georges Lemopoulos, secretário geral interino do CMI. "Parabenizamos Carlos por assumir esta responsabilidade significativa em seu novo ministério cristão, através do qual oramos e esperamos que ele consiga transformar os corações e mentes de muitas pessoas", afirmou.
 
"Oramos para que Deus dê forças a Carlos, que o guie e o acompanhe neste novo ministério no momento em que ele dá continuidade à sua jornada ecumênica", acrescentou Lemopoulos.
 
O Seminário Teológico Evangélico de Matanzas foi estabelecido na cidade de Matanzas como um centro de treinamento pastoral. As igrejas metodista, presbiteriana e episcopal fundaram o seminário em 1946. Ele é governado por uma diretoria composta por duas das denominações fundadoras - as igrejas episcopal e presbiteriana, e é membro do Conselho Cubano de Igrejas.
 
Com informações do CMI
Foto: WCC/Marcelo Schneider
 
Contas secretas, corrupção e carnaval
Sáb, 21 de Fevereiro de 2015 20:11
 
Ladrões roubam e bancos guardam o dinheiro em contas secretas na Suíça. O caso revelado pela Operação “Lava Jato” da Polícia Federal que investiga os desvios de recursos na Petrobras envolvendo empreiteiras e políticos mostrou também que, pelo menos o banco HSBC mantinha, na Suíça, contas secretas com dinheiro da corrupção. Nenhuma surpresa. Esse é lado podre do sistema capitalista neoliberal no qual os bancos e grupos econômicos jogam um papel fundamental. Tudo é sigiloso em nome da “ética”. A Suíça enriqueceu com o dinheiro sujo da corrupção mundial e sempre escondeu a grana de ditadores sanguinários, políticos corruptos, magnatas, empresas, partidos, traficantes, famosos e mafiosos... muitos deles ilustres figuras de países onde a maioria da população vive na miséria.

E o carnaval? Na cidade maravilhosa a Escola Beija-Flor ganhou o desfile deste ano com dinheiro doado por pelo menos duas empreiteiras, a Queiroz Galvão e a Odebrecht, as mesmas que financiaram as campanhas eleitorais de vários partidos. Dizem que a dinheirama veio do governo da Guiné Equatorial. O esquema das propinas aqui ou lá na África é o mesmo. 
 
A escola de Nilópolis, na Baixada Fluminense, levou para a avenida um enredo sobre aquele país africano governado há 35 anos pelo ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo e que tem como base da economia a exploração do petróleo. 
 
Teodorin e seu pai Teodoro Obiang conseguiram seu objetivo: mais de 99,9% dos brasileiros ouviram pela primeira vez o nome de seu país, Guiné Equatorial, durante o Carnaval carioca. Isso graças ao patrocínio de R$10 milhões que a escola de samba Beija-Flor teria recebido para exaltar a minúscula nação africana durante o desfile. Conforme afirmou o Neguinho da Beija-Flor: "Agradeçam à contravenção" que "organizou o carnaval"...
 
Nada de novo também nessa história. Muitos países europeus já foram exaltados na avenida apesar de terem praticado as maiores barbáries contra africanos e povos indígenas durante os anos de escravidão e colonização. E ainda, bicheiros, traficantes e outros ditadores disfarçados de “bonzinhos” já financiaram escolas de samba e seus desfiles de luxo. O mesmo acontece no futebol, nas festas populares, rodeios... Que dizer do Império da TV Globo? Não o da telenovela, mas do Império real, conglomerado midiático que se vangloria de mostrar ao mundo o maior show audiovisual do planeta...

Pensando bem, os mesmos atores que financiam as campanhas eleitorais, o carnaval, os reality shows, a indústria cultural, as lutas de UFC, etc., financiam também os telejornais, os jornais e revistas que vendem notícias, muitas delas sobre a própria corrupção. Dane-se o bom jornalismo... Não teríamos aqui mais uma espécie de “Suíça”... 

Por falar em UFC, Anderson Silva, o Spider, foi pego em novo exame antidoping indicando o uso de três substâncias “ilegais”. Ele se tornou milionário lutando e muita gente graúda ganhou milhões com suas pancadas.
 
"Tudo legal". E agora, quem vai pagar a conta? A estrela brilhou e está prestes a se apagar. Isso é cruel para um ser humano! Cadê a Xuxa para protestar? Como o show não pode parar, outras estrelas serão fabricadas para alimentar a sociedade do espetáculo e do consumo. 

Para finalizar, um lembrete: Os deputados e senadores só voltarão a trabalhar em Brasília (DF) depois do desfile das escolas Campeãs, após onze dias de folga. Uauuuu!!! Até parece que isso nunca aconteceu antes! Aposto que os eleitores-foliões estão felizes com a presença dos ilustres parlamentares nas bases... Vai dar samba!!! E viva a suíça brasileira!!!
 
Publicado originalmente no site das Pontifícias Obras Missionárias
Por: Jaime C. Patias, mestre em comunicação e
membro do Grupo de Estudos Comunicação na Sociedade do Espetáculo
 
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