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Coletivo Inter-Religioso promove o 3º Seminário Relação Estado e Sociedade
Ter, 02 de Setembro de 2014 20:05
Iniciou ontem, 1° de setembro, e terminou hoje (2) o 3º Seminário Relação Estado e Sociedade do Coletivo Inter-Religioso. Realizado no Instituto São Boa Ventura, em Brasília (DF), o evento teve por objetivo fazer memória do processo de elaboração do Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), observando propostas e analisando a atuação das organizações. O tema central do evento foi “Organizações Religiosas e o Estado Laico: Contribuições e Desafios”.
 
Participaram das atividades propostas pelo Seminário cerca de 50 representantes de organizações religiosas do DF, Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Alagoas, além de lideranças de organismos religiosos de abrangência nacional.
 
Na programação desta edição estiveram previstos painéis de debate, discussões plenárias, trabalhos de grupo e a análise da recém sancionada Lei 13.019/2014, conhecida como Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Ao final do encontro, a assembleia do Coletivo aprovou uma carta direcionada ao Governo. 
 
Entre os presentes estava o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner; a coordenadora de Representação Institucional da UMBRASIL (União Marista do Brasil), Leila Paiva e o professor da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Silvio Fausto.
 
 
Nota em Solidariedade aos Quilombolas de Oriximiná
Seg, 01 de Setembro de 2014 19:41
 
NOTA EM SOLIDARIEDADE AOS QUILOMBOLAS DE ORIXIMINÁ
AMEAÇADOS PELA MINERAÇÃO
 
As organizações abaixo-assinadas vêm à público expressar sua solidariedade  aos quilombolas de Oriximiná, no Estado do Pará, ameaçados pela exploração minerária em seus territórios tradicionais e desrespeitados em seu direito à consulta livre, prévia e informada.
 
O empreendimento é da maior produtora de bauxita do Brasil, a Mineração Rio do Norte (MRN) cujos os acionistas são poderosas empresas nacionais e internacionais: Vale, BHP Billiton, Rio Tinto Alcan, Companhia Brasileira de Alumínio, Alcoa Alumínio, Alcoa World Alumina, Hydro e Alcoa Awa Brasil Participações.
 
Em 2013, o IBAMA concedeu Licença de Operação (LO 1172/2103) à Mineração Rio do Norte para exploração do platô Monte Branco parcialmente incidente na Terra Quilombola Moura.  A Licença de Operação foi outorgada sem consulta prévia aos quilombolas, sem um estudo para avaliar os impactos para essa população e sem o estabelecimento de medidas mitigatórias e/ou compensatórias aos quilombolas.
 
O fato foi denunciado ao Ministério Público Federal, ao IBAMA e a Fundação Cultural Palmares sem que tenham sido tomadas, até o momento, medidas efetivas para reparar tal situação.
 
Outros quatro platôs incidentes nas Terras Quilombolas Alto Trombetas e Jamari/Último Quilombo encontram-se atualmente em processo de licenciamento ambiental (Cruz Alta, Cruz Alta Leste, Peixinho e Rebolado) com previsão de início da lavra em 2021. 
 
Em 2012, o ICMBio concedeu a MRN autorização para as pesquisas geológicas na área desses platôs dentro dos limites das terras quilombolas sem consulta ou informação prévia. Tais pesquisas envolveram mais de 60 funcionários, equipamentos pesados, abertura de ramais e desmatamento dentro dos limites das terras quilombolas.
 
Os quilombolas denunciaram a situação ao Ministério Público Federal que Recomendou o cancelamento da autorização até a consulta livre, prévia e informada. O ICMBio acatou a Recomendação e em janeiro desse ano a autorização foi cancelada.
 
A partir desse fato, a MRN e a Fundação Cultural Palmares deram início a uma forte pressão para que os quilombolas manifestassem sua concordância com os estudos confrontando o direito ao consentimento livre, prévio e informado.
 
Desde fevereiro, reuniões vem sendo promovidas pela Fundação Cultural com os quilombolas a suposto título de informação mas que, na verdade, são tentativas de constranger os quilombolas a rapidamente aceitarem a realização dos estudos da mineradora.
 
Tais reuniões tem sido agendadas no atropelo desrespeitando as diversas instâncias de decisão dos quilombolas e sua forma tradicional de deliberar, favorecendo a divisão entre as comunidades. As reuniões têm contado com a ostensiva participação da MRN e mesmo de políticos locais na defesa da empresa. Até hoje, os quilombolas não contam com as informações básicas sobre os estudos geológicos e os estudos de impacto ambiental planejados para ocorrerem ainda esse ano.
 
A Fundação Palmares não cumpriu compromisso assumido ainda em fevereiro de 2013 de elaborar proposta de plano de consulta para nortear o processo de informação, diálogo e construção de acordos com a MRN.  E pior, a Fundação Cultural Palmares vem repetidamente alegando que a consulta não é necessária na etapa dos estudos, contrariando o princípio básico da consulta que é ser prévia.
 
A pressão continua comprometendo os princípios da boa fé e da liberdade. E a principal reivindicação dos quilombolas que é a titulação de suas terras está esquecida. As Terras Quilombolas Alto Trombetas, Jamari/Último Quilombo e Moura ainda não tiveram o sequer o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação publicado, apesar de pronto.
 
Nos solidarizamos com os quilombolas e exigimos que o governo federal atue com isenção, promova o entendimento ao invés de favorecer os planos da mineradora, e garanta uma consulta realmente livre, prévia e informada reconhecendo e respeitando o modo e o tempo dos quilombolas tomarem suas decisões, conforme garante a Convenção 169 da OIT.
 
Firmam a presente nota as seguintes organizações
 
Dom Bernardo Johannes Bahlmann, Bispo da Diocese de Óbidos
Comissão Pró-Índio de São Paulo
Malungu - Coordenação Estadual das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombo do Pará
Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais - Abong
Coordenação Nacional de Entidades Negras – Conen
Movimento Nacional Pela Soberania Popular Frente à Mineração- MAM
Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração
Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – FBOMS
Processo de Articulação e Diálogo - PAD
Rede GTA
Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB
Movimento Sem Terra - MST
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - CONIC
Fórum Ecumênico ACT Aliança Brasil – FEACT Brasil
Comissão Pastoral da Terra – CPT Nacional
Associação Juízes para a Democracia
Instituto de Estudos Socioeconômicos - Inesc
Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - Ibase
Associação dos Remanescentes de Quilombo de Peafú
Associação das Comunidades Quilombolas do Município de Óbidos
Federação das Organizações Quilombolas de Santarém
Pastoral Social de Óbidos                                                  
Comissão Pastoral da Terra de Óbidos
Comissão Pastoral da Terra de Santarém
Comissão Pastoral da Terra de Itaituba
Congregação do Verbo Divino
Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alenquer
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Oriximiná
Comissão Atingidos pelas Barragens do Rio Trombetas
Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará - Cedenpa
Justiça nos Trilhos
Fórum da Amazônia Oriental
Oficina Escola de Lutheria da Amazônia
Iepé Instituto de Pesquisa e Formação Indígena
Centro de Trabalho Indigenista
Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB
Conselho Indigenista Missionário - Cimi
Coordenadoria Ecumênica de Serviço - CESE
Pastoral Afro-brasileira
Koinonia – Presença Ecumênica e Serviço
Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional - FASE
Abrace a Serra da Moeda
Movimento Ame a Verdade
Associação Alternativa Terrazul
Brigadas Populares
Centro de Cultura Negra do Maranhão
Criola
Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular
Movimento Debate e Ação - MdA
Movimento de Saúde – MSP MA
Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva - Cedefes
As Irmãs de Notre Dame de Namur
Centro de Estudos Bíblicos – CEBI
Fórum Carajás
Justiça Global
SOS CORPO - Instituto Feminista para a Democracia
Movimento Xingu Vivo Para Sempre
Movimento Negro de Altamira
Movimento de Mulheres do Campo e Cidade Regional Transamazônica e Xingu
Coletivo de Mulheres de Altamira
Instituto Brasileiro de Educação, Integração e Desenvolvimento Social – Ibeids
Observatório dos Conflitos no Campo/UFES
Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais – GESTA/UFMG
Comitê Quilombos da Associação Brasileira de Antropologia
Grupo de Estudos Desenvolvimento Modernidade e Meio Ambiente/UFMA
Grupo de Pesquisa Historicidade do Estado e Direito/UFBA
Grupo Mulher Maravilha
Instituto Socioambiental - ISA
Terra de Direitos
Instituto Universidade Popular – UNIPOP
SOF – Sempreviva Organização Feminista
Operação Amazônia Nativa – OPAN
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Porteirinha
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Juruti
Associação Rádio Comunitária de Oriximiná – RCO
Associação das Famílias da Casa Familiar Rural de Óbidos
Consultoría para los Derechos Humanos y el Desplazamiento – CODHES (Colômbia)
ADDAF – Associação de Defesa e Desenvolvimento Ambiental de Ferros
Ação Franciscana de Ecologia e Solidariedade
Articulação Antinuclear Brasileira
Associação de Conservação Ambiental Orgânica - Santa Maria de Itabira
Associação das Vítimas do Césio 137
Articulação dos Atingidos pela Mineração do Norte de Minas
Associação Alternativa Terrazul
Associação Brasileira de Reforma Agrária
Associação Para a Recuperação e Conservação Ambiental
Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária – AMAR
Associação de Proteção ao Meio Ambiente - APROMAC
Associação de Saúde Ambiental – TOXISPHERA
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida – APREMAVI /SC
Associação do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental de Belo Vale
Associação PRIMO - Primatas da Montanha
Brasil Pelas Florestas
Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de MG
Coletivo Margarida Alves
CEPASP – PA
Campanha Pelas Águas e contra o Mineroduto da Ferrous
Cáritas Diocesana de Sobral – CE
Cantos do Mundo
Consulta Popular
Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas – CONAQ
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Centro Franciscano de Defesa dos Direitos
Centro de Ecologia Integral de Betim - CEIB
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria – CNTI
CSP- Conlutas
Conselho Pastoral dos Pescadores
Comissão Paroquial de Meio Ambiente (CPMA) de Caetité
Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas – Montes Claros MG
Evangélicos Pela Justiça
Educafro Minas
Frente de Luta pelos Direitos Humanos
Grupo de Extensão Universitária - Organon (UFES)
Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte - GPEA/UFMT
Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro (Angá)
Greenpeace
Grupo Franciscano de Educação Ambiental
Guará – Associação dos Guardiões da Rainha das Águas
Hutukara Associação Yanomami (HAY)
Instituto Caracol - iC
Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul – PACS
Juventude Atingida pela Mineração - PA e MA
Juventude Franciscana do Brasil – JUFRA
Justiça Global
Levante Popular da Juventude
Marcha Franciscana
Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB
Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA
Movimento pela Moralidade Pública e Cidadania - Ong Moral MT
Movimento pelas Serras e Águas de Minas
Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela
Movimento Guará e Xô Mineradoras
Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça e Cidadania
Movimento Artístico, Cultural e Ambiental de Caeté - MACACA (Caeté/MG)
Movimento dos Atingidos pelo mineroduto Minas-Rio de São Domingos do Prata – MG
Marcha Mundial de Mulheres
Núcleo de Investigações em Justiça Ambiental (NINJA) -  Universidade Federal de São João del Rei
Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil – RS
Ordem Franciscana Secular – OFS
Pastoral da Juventude Rural - GO
Pedra no Sapato
Pastorais Sociais / CNBB
Rede Brasileira de Justiça Ambiental
Rede Cearense de Juventude pelo Meio Ambiente – RECEJUMA
Rede Axé Dudu
Rede Brasileira de Ecossocialistas
Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental – REMTEA
Rede Causa Comum
Rede Franciscana de Justiça, Paz e Ecologia - Sinfrajupe
REAJA
Rede Brasileira de Pesquisas em Nanotecnologia
Serviço Interfranciscano de Justiça, Paz e Ecologia – SINFRAJUPE
Serviço Verbita (SVD) de JUPIC
Secretariado de Missão e Evangelização da Província Franciscana Santa Cruz
Serviço Franciscano de Justiça, Paz e Integridade da Criação - OFM/PSC
Sindiquimica - PR
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Açucena - MG
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Simonésia - MG
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Porteirinha - MG
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Canaã dos Carajás – PA
Sindicato Unificado da Orla Portuária - SUPORT ES
Serviço Interfranciscano de Ecologia e Solidariedade – SINFRAJUPE
Sindicato Metabase Inconfidentes
SOS Serra da Piedade (MG)
UNICON - Unidos Por Conceição
VIVAT International
 
Foto: www.quilombo.org.br
 
Semana Nacional de Luta pela Reforma Política
Seg, 01 de Setembro de 2014 19:23
 
A pressão por mudança no sistema político começa hoje, 1°, e vai até o dia 7 de setembro. Organizada por mais 400 entidades de todo o país, a Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática coloca em evidência debates sobre financiamento de campanhas eleitorais, alteração do sistema eleitoral, participação social, fortalecimento dos mecanismos de democracia direta, maior representatividade de mulheres e dos demais grupos sub-representados nos espaços de poder, dentre outros.
 
Duas ações são apresentadas à população. Uma delas é o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. Assim como a Lei da Ficha Limpa, que partiu de uma iniciativa popular, o projeto precisa de 1,5 milhão de assinaturas para pressionar o Congresso Nacional. A proposta introduz uma série de mudanças na legislação para democratizar o sistema político e eleitoral, eliminando a influência do poder econômico sobre as candidaturas, alterando o sistema eleitoral, fortalecendo a participação das mulheres e demais grupos sub-representados e fortalecendo os mecanismos da democracia direta. Várias mobilizações de rua estão programadas para colher os apoios.
 
 
A outra iniciativa é o Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. O objetivo é recolher votos da população dizendo sim à instalação de uma assembleia nacional constituinte para mudar o sistema político. A avaliação das organizações que compõem o Plebiscito é de que o atual Congresso Nacional, dominado por empresários e capturado pelo poder econômico, não fará reforma política democrática que o país precisa. Mais de 1.000 comitês populares do plebiscito foram criados em todos os estados do país, com centenas de cidades envolvidas. A meta é recolher 10 milhões de votos.
 
A população também poderá participar do plebiscito votando pela Internet, no site www.plebiscitoconstituinte.org.br. Um sistema que impede uma mesma pessoa vote várias vezes vai garantir a transparência da consulta.
 
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VOTE ON-LINE NO PLEBISCITO POPULAR PELA CONSTITUINTE
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Nota de Falecimento: Luiz Carlos Fabri
Seg, 01 de Setembro de 2014 19:10
 
Expressamos nosso pesar pelo falecimento de Luiz Carlos Fabri, secretário Geral da ACAT-Brasil, membro fraterno do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil. Luiz Carlos, entre 21 e 24 de agosto, participou ativamente, junto com outros irmãos e irmãs da ACAT, do Simpósio Ecumenismo e Missão: Testemunho Cristão em um Mundo Plural. Nas intervenções em plenária, ele chamou a atenção para as inúmeras formas de tortura que ocorrem no Brasil. Além disso, provocou o movimento ecumênico a engajar-se ativamente em todas as formas de denúncia dos crimes de tortura. 
 
Aos irmãos e irmãs da ACAT e aos familiares de Luiz nossa solidariedade e nossas orações. Que o Deus da ressurreição seja o consolador neste momento de tristeza. Que a promoção e a defesa dos direitos humanos se tornem nosso testemunho vivo, bem como o elo que nos liga ao nosso irmão de caminhada que nos deixa.
 
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil - CONIC
 
 
Um apelo dramático. Carta das Irmãs Dominicanas do Iraque
Dom, 31 de Agosto de 2014 21:51
 
Estamos sendo perseguidos por causa da nossa religião. Nenhum de nós jamais pensou que iríamos viver em campos de refugiados por causa disso. É difícil acreditar que isso esteja acontecendo no século XXI.
 
Assim escrevem as Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Siena em uma carta onde descrevem a situação dos cristãos refugiados no norte do Iraque. O texto foi publicado na página do Facebook, Help for the Iraqi Dominican Sisters. A tradução é de Claudia Sbardelotto.
 
Eis a carta.
 
Queridos,
 
Continuamos a compartilhar com vocês a nossa luta diária, esperando que o nosso grito alcance o mundo. Somos como o cego de Jericó (Mc 10, 46-52), que não tinha outro modo de expressar-se, mas a sua voz, clamando a Jesus por misericórdia. Embora algumas pessoas tivessem ignorado sua voz, outras ouviram-na e lhe ajudaram. Contamos com as pessoas que irão ouvir!
 
Entramos na terceira semana de desocupação. As coisas estão andando muito devagar em termos de fornecimento de abrigo, alimentação e necessidades para o povo. Ainda há pessoas vivendo nas ruas. Ainda não há acampamentos organizados em volta das escolas que são usadas ​​como centros de refugiados. Um edifício inacabado de três andares também tem sido usado como um centro de refugiados. Por razões de privacidade, as famílias fizeram quartos usando lonas de plástico fornecidas pela agência de refugiados das Nações Unidas nesses edifícios inacabados. Estes locais parecem estábulos.
 
Todos nós nos perguntamos, tem um fim à vista? Estamos agradecidos por todos os esforços feitos para fornecer ajuda às pessoas desalojadas. No entanto, por favor, notem que o fornecimento de comida e abrigo não é a única coisa essencial de que precisamos. Nosso problema é muito maior. Estamos falando de duas minorias (cristãos e iazidis) que perderam suas terras, suas casas, seus pertences, seus empregos, seu dinheiro; alguns foram separados de suas famílias e entes queridos, e todos são perseguidos por causa da sua religião.
 
Nossos líderes religiosos estão fazendo o máximo para resolver o problema. Eles se reuniram com líderes políticos, com o presidente do Iraque e do Curdistão, mas as iniciativas e ações desses líderes políticos são muito lentas e modestas. Na verdade, todas as reuniões políticas não levaram a nada. Até agora, nenhuma decisão foi tomada sobre a atual situação das minorias refugiadas. Por esta razão, a confiança nos líderes políticos diminuiu, se é que ela ainda existe. As pessoas não conseguem mais tolerar. É um fardo muito pesado. Ontem, um jovem expressou que ele preferia morrer a viver sem dignidade. As pessoas sentem que a sua dignidade lhes foi extirpada. Estamos sendo perseguidos por causa da nossa religião. Nenhum de nós jamais pensou que iríamos viver em campos de refugiados por causa disso.
 
É difícil acreditar que isso esteja acontecendo no século XXI. Gostaríamos de saber o que está acontecendo exatamente. É um outro plano ou acordo para subdividir o Iraque? Se isso é verdade, por quem e por quê? Por que os eventos da divisão do Oriente Médio, que aconteceram em 1916, estão se repetindo agora? Naquele tempo era uma questão política e inocentes pagaram por isso. É evidente que há pessoas pecaminosamente astutas dividindo o Iraque, agora. Em 1916, perdemos sete de nossas irmãs, muitos cristãos morreram, e muitos outros se dispersaram. É apenas por acaso que novamente enfrentamos essa divisão ou ela é deliberada?
 
No entanto, a luta não é só nos campos de refugiados. O que aconteceu em nossas cidades cristãs, que foram evacuadas, é ainda pior. O Estado Islâmico (IS) forçou a saída de suas casas de todos aqueles que não deixassem suas cidades até a noite de 6 de agosto. Ontem, setenta e duas pessoas foram expulsas de Karakosh. No entanto, nem todos eles chegaram; aqueles que chegaram ontem à noite estavam em condições miseráveis. Eles tiveram que atravessar o rio Al-Khazi (um afluente do Grande Zab) a pé porque a ponte havia sido destruída. Ainda há um bom número do outro lado da margem do rio. Não sabemos quando eles vão conseguir chegar a Erbil. Depende da situação e das negociações entre os curdos e o Estado Islâmico. Algumas pessoas foram buscar os idosos e aqueles incapazes de andar. Uma de nossas irmãs foi buscar seus pais, e contou sua história. Outra mulher disse que ela foi separada de seu marido e dos filhos, e ela não sabe mais nada deles; eles estão, provavelmente, entre aqueles que estão no outro lado do rio, ou eles podem estar entre os reféns tomados pelo Estado Islâmico. Além disso, uma menina de três anos de idade foi pega do colo de sua mãe e não se tem notícias dela. Não sabemos por que o IS está expulsando as pessoas de Karakosh, mas temos ouvido de quem acabou de chegar que os militantes do IS estão levando barris para Karakosh e os conteúdos são desconhecidos.
 
Além disso, sabemos de quatro famílias cristãs que estão presas em Sinjar há mais de três semanas; eles provavelmente estão ficando sem comida e água. Se eles não receberem ajuda, vão morrer lá. No momento, não há nenhum contato com eles, e não há nenhuma maneira de negociar com o IS.
 
Quanto à nossa comunidade, sabemos que o nosso convento em Tel Kaif está sendo usado como uma sede do Estado Islâmico. Além disso, sabemos que eles entraram em nosso convento de Karakosh. Aqueles que chegaram recentemente disseram que todas as imagens, ícones e estátuas foram destruídas. Cruzes foram retiradas do topo das igrejas e substituídas pelas bandeiras do IS. Isso não acontece somente em Karakosh e em Tel Kaif. Em Baqofa, uma de nossas irmãs ficou sabendo que a situação estava calma, então ela voltou com algumas poucas pessoas para buscar remédios. Ela encontrou o convento todo revirado; tudo foi aberto e todas as coisas espalhadas pelas peças. Na hora em que entraram no convento, três bombas atingiram a cidade. Eles sairam imediatamente.
 
Além do que está acontecendo com os cristãos, ontem, sexta-feira, dia 22, um homem-bomba xiita e homens armados atacaram a mesquita sunita de Abou Mussab em uma vila que está sob o controle do governo iraquiano na província de Diyala, deixando 68 mortos. É de partir o coração saber que pessoas estão sendo mortas enquanto estão rezando. Em termos da mídia e da liberação de notícias, esse massacre tem ofuscado o que está acontecendo com os cristãos na planície de Nínive. Temos medo de que nossa luta se torne apenas o nosso próprio problema e não tenha um impacto a mais no mundo.
 
Por fim, temos a dizer que as pessoas estão perdendo a paciência. Elas sentem falta de tudo de suas cidades de origem: as igrejas, os sinos das igrejas, suas ruas e seus bairros. É penoso para elas ouvirem que suas casas foram saqueadas. Embora eles amem suas cidades, a maioria das pessoas já está pensando em deixar o país para que possam viver com dignidade e ter um futuro para seus filhos. É difícil ter esperança no Iraque ou confiar na liderança do país.
 
Por favor, lembrem-se de nós em suas orações.
Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Siena - Iraque
 
Reproduzido do portal IHU
 
REJU assume a vice-presidência do CONJUVE
Sáb, 30 de Agosto de 2014 14:20
 
A Rede Ecumênica da Juventude (REJU) foi eleita para mais um mandato no Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE), ligado à Secretaria-Geral da Presidência da República. A REJU ocupará a titularidade durante todo o período entre 2014-2016. Na articulação realizada pelo campo de movimentos sociais e entidades de apoio, a Rede deu mais um passo: assumiu, no dia 27 de agosto, a vice-presidência do CONJUVE.
 
A cerimônia de posse dos novos conselheiros contou com a presença do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG-PR), Gilberto Carvalho, e da secretária nacional de juventude (SNJ), Severine Macedo. Na ocasião, foi apresentada a nova gestão do CONJUVE, a presidenta, Ângela Guimarães, atual secretária nacional adjunta de juventude e o vice-presidente, Daniel Souza, representante da Rede Ecumênica da Juventude pela Promoção dos Direitos Juvenis.
 
Gilberto afirmou que o CONJUVE é uma referência de participação social, realizada com autonomia e plena independência. O ministro também ressaltou a importância da prática da alternância da presidência do conselho a cada ano - entre sociedade e governo. “A energia de todos os membros do CONJUVE inspira àqueles que lutam pela causa da justiça, pela construção de uma sociedade fraterna e solidária”, disse. Severine Macedo destacou a importância do espaço de reflexão, sensibilização e aprendizagem que eleva o patamar de articulação política do CONJUVE. “A atual gestão tem dois grandes desafios: transformar o Estatuto da Juventude em ações e fortalecer o Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve)”.
 
Ângela Guimarães ressaltou a importância da representação plural e diversa das últimas gestões, aprimorando a democracia. “O CONJUVE representa todos os ‘invisíveis’ como sujeitos de direito e de fato”. Já Daniel frisou o diálogo entre o poder público e a sociedade civil, destacando a necessidade do enfrentamento ao genocídio da juventude negra. “Precisamos discutir e promover a desmilitarização da segurança pública”. Como uma das pautas fundamentais em seu mandato, Daniel irá discutir o fim da homofobia, transfobia e lesbofobia, além dos direitos sexuais e reprodutivos, com a defesa e a garantia de um Estado laico.
 
“O Conselho será um importante espaço para a incidência política e o controle social, marcas que têm orientando o movimento ecumênico brasileiro, especialmente aquele articulado no Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT). Ao dizer isto, também relembro o ano de 2007, em que o projeto da REJU foi criado pelo Fórum. Hoje, sete anos depois e com todas as experiências vividas neste período, sabemos que o sonho de uma rearticulação de uma juventude ecumênica engajada na luta por direitos torna-se cada vez mais uma realidade”, complementou Daniel Souza.
 
A REJU espera continuar contando com todo o apoio do movimento ecumênico para que esta gestão do Conselho seja um espaço não só de nossa rede, mas de todas as pessoas, comunidades religiosas e organizações e movimentos que querem e trabalham para a construção de uma casa comum realmente justa.
 
Com informações da REJU
 
Seminário discute Estado Laico e lutas sociais no Brasil
Sex, 29 de Agosto de 2014 19:47
O FEACT Brasil (ACT Aliança) promoveu, no dia 26 de agosto, o seminário “Estado Laico e lutas sociais no Brasil real: Qual o papel das igrejas e Organismos Ecumênicos?”. O evento foi realizado no Instituto Salesiano Pio XI, em São Paulo (SP), e discutiu, entre outros temas, a questão da diversidade sexual, o envolvimento e a influência das igrejas na saúde e na política, bem como as relações de determinados grupos religiosos com o Estado brasileiro, além do monopólio dos meios de comunicação por instituições religiosas.
 
Compondo a mesa, estiveram presentes Beto de Jesus (da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Tica Moreno (da Marcha Mundial das Mulheres), Lira (do Levante Popular da Juventude), Sandra Duarte (da Unesp) e Biko (Quilombola).
 
“A gente fala que respeita todos, mas quem cabe no seu todos? A gente também tem que pensar nos discursos de ódio LGBT das igrejas e na forma como é trabalhada a imposição da heterosexualidade como norma”, dissertou Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, durante Seminário sobre o Estado Laico. 
 
“Temos que refletir o conjunto de interferências da religião no Estado e ampliar nossa perspectiva para que seja multifocal”, afirmou Tica Moreno, da Marcha Mundial das Mulheres.
 
“É preciso ter o conhecimento da história, reforçarmos a ampliação da memória política para a construção de uma perspectiva histórica”, salientou Lira, do Levante Popular da Juventude, durante o Seminário “Estado Laico e lutas sociais”. A desburocratização da institucionalidade e a articulação da arte e cultura como forma de política também são pautas levantadas.
 
“Falar de Estado Laico para quilombolas e indígenas é complicado. Ainda existe uma dominação ideológica, econômica e racista”, afirmou o quilombola Biko, que também abordou a questão da intolerância religiosa pela bancada evangélica no Congresso e a forma com que os quilombolas foram proibidos de perpetuar suas crenças – as religiões de matriz africana.
 
Veja as fotos:
 
 
 
Com informações do Pós TV
Fotos: Pós TV
 
ISOA: diácono é nomeado para representar o Brasil na Equipe de mídia
Sex, 29 de Agosto de 2014 19:03
Visando compartilhar as atividades patriarcais da Santa Sé Ortodoxa Siríaca de Antioquia em todo o mundo, através da divulgação das mesmas em diversos idiomas, bem como as notícias relacionadas às dioceses ortodoxas siríacas, formou-se a Equipe de mídia social do Patriarcado Ortodoxo Siríaco, SOPSMT, sigla em inglês. A equipe é responsável, por exemplo, pela fanpage oficial do patriarca em redes sociais como o Facebook.
 
Hoje, o diácono Pablo Nasrani Neves, que também coordena a Comissão de Comunicação da Igreja no Brasil, foi nomeado para representar nosso país junto à equipe internacional, à convite da própria equipe patriarcal e devidamente autorizado pela Secretaria Executiva da Igreja na pessoa de S. E. Mor José Faustino Filho.
 
Diácono Pablo Neves é bacharel em Design pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro e Mestrando em Design pela UFMA, além de estudante de teologia oriental. É professor e pesquisador nas áreas de design, mídias digitais, espiritualidade cristã, iconografia oriental, teologia e arte sacra. Possui artigos publicados na área de teologia e arte sacra, além de entrevistas sobre o tema em veículos de comunicação nacional. Domina os idiomas inglês e espanhol e é estudante de siríaco (aramaico). Atualmente serve como afediácono na Capela Sirian Ortodoxa Santo Efrém, em São Luís do Maranhão.
 
Diretorias da CESE e CONIC se reúnem e planejam ações conjuntas
Sex, 29 de Agosto de 2014 18:31
 
Retomando uma prática de anos, as diretorias da Cese e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) se reuniram em Vargem Grande Paulista (SP), na última quinta-feira (21), para uma reunião em que puderam discutir e planejar ações conjuntas entre as organizações. O encontro foi destaque no Simpósio Ecumenismo e Missão – Testemunho Cristão em um Mundo Plural, que aconteceu entre os dias 21 e 24 de agosto, no interior de São Paulo.
 
As duas organizações já tinham a prática de se articular para a troca de experiências e para organizar agendas. Durante anos foram diversas iniciativas em parceria: pronunciamentos para igrejas e para a sociedade de forma geral, campanhas e publicações.
 
Estes encontros foram interrompidos por questões internas de cada entidade.  “CONIC e Cese são organizações parceiras e irmãs. Sendo a Cese o braço diaconal das igrejas, é natural que haja um diálogo constante para que possamos planejar ações conjuntas. No momento em que vivemos, marcado por tantas disputas e competitividade, inclusive no campo religioso, é importante dar nosso testemunho de que a caminhada ecumênica se realiza e se legitima através de cooperação e confiança”, afirma a diretora executiva da Cese, Sônia Mota.
 
D. Manoel João Francisco, presidente do CONIC, também destaca a importância de potencializar a parceria. “Esta aproximação é importante porque fortalece o testemunho comum. Trata-se da complementaridade da ação. Enquanto o CONIC chama à reflexão, a Cese atua na prática diaconal, daí a necessidade de uma aproximação. Nossas ações se retroalimentam”.
 
Para a presidente da Cese, Elenir Rangel, a reunião foi essencial para estabelecer novas ações em conjunto. “Duas organizações que têm um lugar importante no mundo ecumênico precisam estreitar suas relações e ajudarem-se mutuamente. Entre os compromissos firmados durante a reunião está a organização de uma ação conjunta de formação de lideranças para o ecumenismo. Além disso, o CONIC irá apoiar a divulgação da Campanha Primavera para a Vida (PPV), que acontece em setembro na Cese”, concluiu.
 
Com informações da assessoria da CESE
 
Nota de falecimento de Mor Leolino Gome Neto, arcebispo da ISOA
Qua, 27 de Agosto de 2014 13:37
 
"É com profundo pesar que a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil (ISOA) comunica que Sua Eminência Mor Leolino Gomes Neto faleceu ontem, 26, às 20h50 (horário de Brasília) vítima de complicações pulmonares e renais.

Que sua memória seja eterna!

BIOGRAFIA

Mor Basílio Leolino Gomes Neto (Basílio foi seu nome religioso) nasceu na cidade de Petrolina, no estado de Pernambuco, em 28 de novembro de 1939. Aos 25 anos de idade mudou-se para Brasília, no Distrito Federal, dando seguimento à sua vocação religiosa. No dia 10 de janeiro de 1965 foi ordenado sacerdote (presbítero).

Ainda na década de 60 fundou a Creche Lar Educandário Nossa Senhora de Mont’Serrat, no Núcleo Bandeirante em Brasília e que até hoje atende crianças entre 2 e 5 anos de idade. Também fundou o Seminário e Mosteiro da Ordem de São Basílio e Santo Efrém, juntamente com Mor Crisóstomos e Mor José Faustino, onde também localiza-se a Igreja de Nossa Senhora de Mont’Serrat, em 18 de março de 1994.

Foi sagrado bispo em 18 de maio de 1969, e recebeu o Eskimo (véu monástico) sendo sagrado monge da Ordem de São Basílio  em 28 de novembro de 1994.

Mor Leolino foi o metropolita (arcebispo) do Distrito Federal e Presidente da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil até o dia 26 de agosto de 2014, data de seu falecimento.
 
VELÓRIO
 
Mor Leolino será velado hoje, 27, em dois locais: na Paróquia Mãe de Deus, em Taguatinga – um bairro de Brasília (DF) – e, depois das 15h, no Mosteiro São Basílio, localizado em Samambaia, também na capital.
 
CONIC com informações da ISOA
 
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