Um “gol de placa” em favor do diálogo foi marcado no dia 12 de abril, no interior do estado de São Paulo! Isso porque, nessa data, representantes da Igreja Católica Apostólica Romana, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias - popularmente conhecida como Igreja dos Mórmons - se reuniram para a possível criação de um Conselho Municipal de Igrejas Cristãs de Cosmópolis (SP).
 
O encontro, intitulado Café Ecumênico, foi motivado pelo pastor luterano Evandro Meurer. Além dele, estavam presentes: o conselheiro Adrião e os missionários Fisher e Bezerra, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; o padre Ricardo, da Paróquia S. Benedito, e o padre Israel, da Paróquia S. Gertrides.
 
Após compartilharem aspectos de vida e ministério em cada uma dessas igrejas, foram realizados uma celebração e um momento de reflexão sobre a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC) deste ano (veja mais informações sobre a SOUC aqui).
 
"Para este encontro, foram convidados 16 pastores, padres e ministros religiosos de 13 diferentes igrejas presentes em Cosmópolis. A presença de 3 denominações, de 4 igrejas locais, foi encarada como positiva para este início, tendo em vista o desafio da unidade cristã na história e na atualidade do cristianismo", declarou o pastor Meurer.
 
"A tônica da reflexão sobre a importância de um conselho de igrejas cristãs na cidade se resumiu numa palavra que conjuga duas: ORA-AÇÃO. Esta é mais uma ação resultado das reflexões sobre o tema 'Agora são outros 500', em 2018, realizadas na Comunidade de Confissão Luterana", concluiu.
 
CONIC com informações da IECLB
Foto: Reprodução IECLB

 
 
Visão de Igreja e Missão 2030 é o tema da V Consulta Global de Igrejas Parceiras da Obra Missionária Evangélica Luterana na Baixa Saxônia (OMEL), com realização de 21 a 28 de abril de 2018, em Porto Alegre/RS, com a participação de, aproximadamente, 35 pessoas, representando Igrejas da África, Ásia, América Latina e Europa.
 
O Tema III da Consulta, Diversidade na Igreja e na Sociedade, foi desenvolvido após a Devocional matutina, realizada na Sede Nacional da IECLB, que hospeda o evento. A reflexão considerou o aspecto que viver em contextos caracterizados por diversidade e pluralismo de religiões é uma realidade em todo o mundo. Os novos conflitos surgidos nos últimos cinco anos mostram crescentes tensões e violência causados por diferentes identidades políticas, religiosas e culturais. Estes conflitos requerem uma nova abordagem construtiva e positiva capaz de lidar com diversidades, portanto também novos modelos de diálogo e encontro, que promovam paz sustentável, justiça e integridade da Criação para as futuras gerações. As questões centrais são: A coexistência pode ter êxito? Há diálogo entre diferentes Comunidades religiosas em um contexto de forte pluralismo, isto é, com capacidade de aceitar diversidade? As Igrejas podem afirmar que são abertas, buscam o diálogo e aceitam uma variedade de ‘missões’ ou o próprio conceito de missão é contraproducente nestes contextos?
 
 
Os Painéis foram conduzidos pela Pa. Romi Bencke, Secretária Geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), pelo P. Luis Henrique Sievers, Ministro na Paróquia de Lajeado/RS, e pelo Bispo Humberto Maiztegui, da Igreja Anglicana.
 
Também foram questões colocadas para os grupos: Como podemos desenvolver uma base para valores comuns, criando espaços para convívio e ações das gerações futuras?, Como forjar a capacidade de convívio e tolerância nas Igrejas visando a criar chances para testemunhar a fé em um horizonte mais amplo?, De que maneira podemos testemunhar o Evangelho em um espírito de respeito e tolerância com pessoas de outras religiões?, Que desafios devemos considerar quando se trata de diálogo com outras religiões, especialmente no que se refere a aceitar a fé das outras pessoas e o que isso significa para as nossas estruturas e os nossos programas? e Que caminhos devemos seguir para receber um ‘sim’ referente à pluralidade em meu país, contexto e Igreja?
 
À tarde, foram visitados os seguintes Projetos diaconais acompanhados pela IECLB:
 
Grupo 1 - Comunidade Quilombola,
Grupo2 - Associação de Imigrantes Senegaleses e
Grupo 3 - Comunidade Indígena, todos em Porto Alegre.
 
As Igrejas parceiras da OMEL são membros da comunhão luterana expressa pela Federação Luterana Mundial (FLM). Ao reunir representantes de Igrejas Luteranas de diversos contextos, a Consulta espera construir uma base comum para projetos, apoio mútuo e possibilidades de acompanhamento e aprendizado. Trata-se, portanto, de uma plataforma de intercâmbio de boas experiências e mútuo aprendizado visando a fortalecer as Igrejas para melhor participar na Missão de Deus no mundo.
 
Fonte: IECLB
Fotos: Reprodução

 
 
Em 1999, um violento conflito entre cristãos e muçulmanos eclodiu em Ambon, ilha do arquipélago das Molucas, na Indonésia. Mais de 5 mil pessoas morreram e outras 500 mil tiveram que deixar suas casas. Crianças foram recrutadas para lutar como combatentes. Foi o caso do cristão Ronald Regang, de 28 anos, e do muçulmano Iskandar Slameth, de 31 anos, que estiveram de lados opostos do conflito.
 
Hoje adultos, eles refletem sobre o passado.
 
"Não consigo me lembrar de quantas pessoas matei; foram tantas que perdi a conta", diz Regang. "Cheio de raiva, esfaqueei um homem. Se você quiser me matar, vou matá-lo primeiro", lembra Slameth.
 
Segundo Regang, que foi recrutado quando tinha 10 anos: “Exibíamos os corpos porque isso nos dava força para lutar ainda mais”. "Éramos muito sádicos. Queria vingança profundamente - meu primo foi morto a tiros", acrescenta Slameth.
 
Quando o acordo de paz foi firmado, em 2002, muitos estavam traumatizados. Os dois se encontraram em um curso para tratar o trauma em 2006. "Dissemos a eles o que os cristãos pensavam e os muçulmanos fizeram o mesmo. Foi então que percebemos que nossos problemas eram os mesmos!", diz Regang. "Ronald ficou de pé e disse: 'Amo todos vocês de coração'. Logo depois, todos nós caímos no choro", diz Slameth.
 
A paz em Ambon ainda é frágil e as comunidades ainda permanecem divididas. Mas Ronald e Iskandar esperam que a próxima geração possa aprender com os erros do passado.
 
 
Fonte: BBC
Fotos: Reprodução BBC
 

 
 
A Diocese Barra do Piraí – Volta Redonda esteve em festa, no dia 20 de abril, pela comemoração do Jubileu de Ouro (50 anos) de ordenação presbiteral de dom Francisco Biasin, bispo católico e grande defensor do ecumenismo no Brasil e no mundo. Para marcar a data, foi realizada uma missa na Igreja Nossa Senhora da Conceição, no bairro Conforto.
 
A celebração contou com a participação de aproximadamente 40 bispos, de diferentes estados do Brasil, além de padres, diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas, autoridades civis e fiéis das dioceses por onde o bispo passou. Ao todo, cerca duas mil pessoas compareceram. O CONIC esteve representado pela secretária-geral, Romi Bencke, pastora luterana.
 
 
Dom Francisco Biasin nasceu em Arzercavalli/Pádua, na Itália, em 6 de setembro de 1943. É filho de Attilio Biasin e Vitória Biasin. Foi ordenado sacerdote em 20/04/68, em Pádua. Veio para o Brasil em 1972, como missionário “fidei donum” (do latim, “O dom da fé”).
 
Percorreu várias cidades e estados; trilhando e se capacitando nos caminhos da fé. Foi nomeado bispo por dom Bernardino Marchió em 12 de outubro de 2003, já no Brasil. Seu lema é “Dar a vida pelos irmãos”. Sua primeira missão como bispo foi em Pesqueira (PE) entre 2003 e 2011.
 
Foi nomeado para a Diocese de Barra do Piraí – Volta Redonda em 8 de junho de 2011 e tomou posse em 28 de agosto do mesmo ano. Atualmente é o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB e membro do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso.
 
“Na minha época, na Itália, os meninos entravam no seminário muito cedo, e eu não fugi a essa regra… Lembro-me de que a minha decisão, renunciando a uma expressão do amor humano, o matrimonial, para um amor maior, foi aos 18 anos, num retiro antes do diaconato. Foi quando senti que Deus era generoso para comigo, e que a minha fidelidade dependia da dEle. Eu não podia garantir nada em minha vida, a não ser o amor de Deus”, recordou dom Francisco.
 
Com informações do portal A Voz da Cidade
Fotos: Raimundo / Resen Foto Studio

 
Lugar de encontro e devoção de praticantes do candomblé há 17 anos, o terreiro de Conceição d'Lissá tem recebido, nos últimos meses, visitantes inusitados. O templo, localizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, está sendo reconstruído com a ajuda de evangélicos. Em meio a diversos casos de intolerância e violência contra religiões de matriz africana, um grupo arrecadou mais de R$ 12 mil para as obras depois que o espaço foi parcialmente destruído em um incêndio.
 
Em uma manhã de sábado de fevereiro, a pastora Lusmarina Campos, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, foi ao local acompanhada de três voluntários para, pessoalmente, ajudar na remoção de entulhos - tijolos e pedaços de madeira que faziam parte do segundo andar do terreiro, área atingida pelo fogo em junho de 2014. Na época presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do estado (CONIC-Rio), Lusmarina organizou a campanha de arrecadação, concluída no fim do ano passado, para a reconstrução do templo.
 
"Logo que a gente ouviu sobre a destruição do terreiro, eu pensei: 'Se em nome de Cristo eles destroem, em nome de Cristo nós vamos reconstruir'. É extremamente importante dar um testemunho positivo da nossa fé, porque o Cristo que está sendo utilizado para destruir um terreiro está sendo completamente mal interpretado", explica Lusmarina.
 
Aquele foi o oitavo ataque ao local de culto da mãe de santo. Antes, tiros haviam sido disparados contra o templo e a casa de Conceição. Três carros que pertenciam a candomblecistas de seu grupo foram queimados. A polícia ainda não identificou os responsáveis pelos crimes. Para tentar se proteger, Conceição instalou grades e reforçou muros e cadeados do templo. Sem apontar suspeitos, ela afirma que os ataques têm cunho religioso: "Não há roubo de televisão, rádio, uma porção de coisas que poderiam usar para fazer dinheiro. Não levam nada, só destroem."
 
No ano passado, 71,5% dos casos de intolerância religiosa registrados no Rio de Janeiro foram contra grupos de matriz africana, segundo a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos. Crimes de ódio contra os adeptos de religiões como o candomblé e a umbanda também ocorrem em outras partes do país, que possui cerca de 600 mil devotos de crenças de origem africana, segundo o Censo de 2010.
 
"É um fenômeno nacional, agora com essa face cruel, que já se expressou em 2008 e vem desde a década de 90, que são os traficantes instrumentalizados por grupos neopentecostais que atacam os templos religiosos nas periferias e favelas", comenta o babalaô Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa.
 
"O arcabouço do que está acontecendo no Rio de Janeiro, em termos de violência religiosa tem como fundo uma lógica de guerra", complementa a pastora Lusmarina. "Faz parte de um projeto de poder a descaracterização de outros grupos religiosos, ou seja, uma linguagem de desrespeito e condenação. Porque, nesse tipo de concepção, a diversidade não é permitida. É um enfrentamento que precisamos fazer porque é muito mais amplo do que a questão estritamente religiosa. A questão é política. Por isso, a gente precisa se unir."
 
O babalaô acompanhou desde o início a ação de apoio ao terreiro em Duque de Caxias organizada por Lusmarina. "Esse ato é um divisor de águas na luta contra a intolerância religiosa no país", comenta ele. A entrega do dinheiro, com o maior aporte vindo de fiéis da Igreja Cristã de Ipanema, que é evangélica, foi celebrada no fim do ano passado com uma cerimônia inter-religiosa no terreiro de Conceição. Alguns dos que participaram tiveram de enfrentar críticas e ameaças, principalmente na internet e nas redes sociais. Lusmarina conta que um youtuber evangélico gravou um vídeo em que incentiva outras pessoas a agredirem. "Ele diz: 'Pastora vadia, vagabunda...Tem que tomar tapa na cara', de maneira muito agressiva e violenta."
 
A discriminação, no entanto, não é exclusiva de grupos extremistas. Os próprios voluntários que acompanharam Lusmarina na preparação do terreiro para as obras admitiram que, em determinado momento da vida, chegaram a ter uma visão negativa em relação a religiões de matriz africana, por acreditarem que eram ligadas ao mal.
 
"O candomblé sofre preconceito desde que era a religião professada pelos nossos antepassados, que vieram para o país escravizados", comenta Conceição. "As pessoas hoje endemonizam o candomblé como se tivéssemos uma relação estreita com essa figura chamada diabo, sem saber que o diabo não faz parte do nosso panteão de divinizados. É uma visão eurocristã que não tem nada a ver conosco."
 
 
A exemplo da iniciativa tomada no Rio de Janeiro, a direção nacional do CONIC decidiu criar o Fundo de Solidariedade para o Enfrentamento de Violências Religiosas. A entidade já começou a receber doações e pretende criar um comitê inter-religioso que fique responsável por gerir o fundo e selecionar pessoas e espaços que precisem ser atendidos - em especial, os de religiões de matriz africana.
 
"Essa repercussão já significou um racha na base de um grande bloco de igrejas que parecia mais ou menos uniforme", diz Lusmarina. "Embora uma parte das igrejas e de pessoas dentro de igrejas não tenha apoiado a nossa ação, a grande maioria das pessoas apoiou e a grande maioria das igrejas prefere o respeito à violência, prefere o amor, a aproximação...que é de fato a mensagem central do evangelho. Esses são valores fundamentais dos quais não podemos abrir mão."
 
As obras no terreiro da mãe de santo Conceição começaram pela cozinha, que estava funcionando no quintal desde que a estrutura interna da casa foi danificada pelo incêndio. O local é considerado "o coração do barracão", uma vez em que lá são produzidas as oferendas - parte importante da tradição candomblecista.
 
"Quando eles vêm dar essa ajuda pra gente, é justamente [uma forma de] reconhecer que, primeiro, a gente sofre o ataque. Depois, é reconhecer que a gente tem o direito de existir e professar o nosso sagrado", comenta Conceição. "Eles não vieram aqui pra me mudar, evangelizar ou dizer que o que eu faço está feio ou é do diabo. Vieram para dizer: 'Faça aquilo que você crê. Eu vou te ajudar'."
 
Texto: Ana Terra para a BBC Brasil
Foto: Reprodução / BBC Brasil

 
 
Começou hoje, segunda-feira (23), em Brasília, o 15º Acampamento Terra Livre (ATL). Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o ATL reúne todos os anos delegações de mais de 100 povos vindos de todas as regiões do país. A estimativa de participantes foi atualizada há pouco: são esperados cerca de três mil indígenas.
 
Após firmar um acordo sobre o local do acampamento, previsto para a Praça dos Ipês, próxima ao Teatro Nacional, o Governo do Distrito Federal mudou de ideia, de última hora, e determinou que o acampamento fosse instalado no Memorial dos Povos Indígenas.
 
Em 2018, com o tema “Unificar as lutas em defesa do Brasil Indígena – Pela garantia dos direitos originários dos nossos povos”,  o ATL ocorre em um contexto visto pelo movimento indígena nacional como o maior ataque aos direitos indígenas desde a promulgação da Constituição Federal em 1988.
 
Membro da coordenação da Apib, Dinamã Tuxá aponta como um dos principais ataques impostos pelo atual governo aos direitos indígenas o Parecer 001/20017 da Advocacia-Geral da União (AGU), que aplica às demarcações, entre outros pontos, a tese do Marco Temporal, pela qual os povos indígenas só teriam direito às terras ocupadas em 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição.
 
“O Acampamento demonstra nosso sentimento para reverter todos esses ataques do atual governo. Há um descontentamento geral com a paralisação dos processos de demarcação, com o aumento da violência nas Terras Indígenas, com o aumento do desmatamento, com o aumento do garimpo. Um cenário que antes era regionalizado e hoje se tornou nacional, o que fortaleceu nossa unidade nas pautas”, explica Dinamã Afer Jurum Tuxá, da coordenação da Apib.
 
Apesar do acirramento dos ataques aos seus direitos, as lideranças indígenas do ATL esperam conseguir soluções para seus problemas. “Queremos trazer nossas reivindicações apresentando nossa cultura, nossa origem. Junto com os outros povos queremos trazer soluções para os problemas vividos nas aldeias”, diz Kapranpoi Kayapó, da aldeia Kaprankrere, no Pará.
 
As delegações dos diversos povos estão chegando em Brasília desde o último sábado. Aos poucos, as estruturas de bambu e lona vão tomando o gramado próximo ao Memorial dos Povos Indígenas. Boa parte dos participantes chegam de ônibus após enfrentar muitas horas e até dias de viagem, vindos de todas as regiões do país.
 
“Faço parte da Comissão Guarani Yvyrupa, do povo Guarani no Sul e Sudeste do Brasil, que está vindo em cinco ônibus para Brasília. Do Rio de Janeiro viemos em 46 pessoas em um ônibus que juntou aldeias de Angra dos Reis, Paraty e Ubatuba. Viajamos um dia inteiro, 24 horas, até chegar em Brasília”, conta Julio Karai Xiju, membro da coordenação da Comissão Guarani Yvyrupa, da aldeia Sapukai, em Angra dos Reis.
 
Como parte da programação do acampamento, o dia começou com uma audiência pública no Senado Federal que discute a autonomia dos povos indígenas. “Hoje vemos muito forte a falência total da política indigenista, o que a paralisação total das demarcações só vem comprovar. E isso só faz com que nossos territórios venham sofrer com os impactos dos empreendimentos e do agronegócio. Isso tem consequências no nosso modo de viver, na nossa alimentação e nas nossas crianças”, afirmou Nara Baré, também da coordenação da Apib, no evento.
 
Na parte da tarde, está prevista uma plenária de abertura seguida da plenária de mulheres indígenas. À noite, atividades culturais e a exibição de filmes fecham o primeiro dia do ATL 2018. Para saber mais acompanhe diariamente o blog da Mobilização Nacional Indígena com os principais acontecimentos da 15ª edição do Acampamento Terra Livre.
 
Fonte: Cimi
Foto: Christian Braga/MNI

 
 
Visão de Igreja e Missão 2030 é o tema da V Consulta Global de Igrejas Parceiras da Obra Missionária Evangélica Luterana na Baixa Saxônia (OMEL), com realização de 21 a 28 de abril de 2018, em Porto Alegre/RS, com a participação de, aproximadamente, 35 pessoas, representando Igrejas da África, Ásia, América Latina e Europa.
 
As Igrejas parceiras da OMEL, entre as quais a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), que hospeda o evento, também são membros da comunhão luterana expressa pela Federação Luterana Mundial (FLM). Ao reunir representantes de Igrejas Luteranas de diversos contextos, a Consulta espera construir uma base comum para projetos, apoio mútuo e possibilidades de acompanhamento e aprendizado. Trata-se, portanto, de uma plataforma de intercâmbio de boas experiências e mútuo aprendizado visando a fortalecer as Igrejas para melhor participar na Missão de Deus no mundo.
 
As atividades do grupo tiveram início no domingo, com a saudação do Diretor da ELM, Rev. Michael Thiel, e do Pastor Presidente da IECLB, P. Dr. Nestor Friedrich, seguida da apresentação das Igrejas parceiras.
 
Divididos em grupos menores, as pessoas participantes, em sistema de rodízio, de forma que todas interagissem, foram convidadas a dialogar a respeito, entre outros tópicos: das impressões sobre a IV Consulta, realizada em Adis Abeba, capital da Etiópia, em 2015, das expectativas para a V Consulta, em Porto Alegre, dos desafios internos de cada Igreja representada, das atividades de missão de cada Igreja parceira, dos apoios e dos conflitos com outras religiões no país de cada representante, da possível contribuição de cada Igreja parceira e não somente em relação à cooperação com a ELM, mas com todas as Igrejas parceiras que participam da Consulta, e das curiosidades em relação ao país anfitrião, o Brasil.
 
O tema da Consulta, Visão de Igreja e Missão 2030, será abordado em palestras e desdobrado em três subtemas (painéis): (a) Diversidade na Igreja e na Sociedade, (b) Crer e aceitar expressões de fé de outros, (c) Coexistência em contextos ecumênicos e plurirreligiosos e (d) Incidência: em busca de soluções estratégicas de longo prazo.
 
A Consulta vai produzir conclusões e recomendações que as Igrejas parceiras poderão implementar em seus respectivos contextos.
 
Também participam da V consulta: Rev. Dr. Lalissa D. Gemechis (Etiópia), Rev. Dr. Joseph P. Bvumbwe (Malawi), Rev. A.M. Mnisi (África do Sul), Rev. Mothusi Letlhage (Botswana), Rev. Horst Müller (África do Sul), Rev. Gilbert Filter (África do Sul), Rev. Dr. Tswaedi (África do Sul), Rev. S. Edwin Jayakumar (Índia), Rev. Kunja Daniel (Índia), Rev. Michael Oppathati (Índia), Rev. Pedro Bullón Moreano (Peru), Rev. Alexander Scheiermann (Rússia), Rev. Ralf Meister (Alemanha), Rev. Rainer Kiefer (Alemanha), Rev. Thomas Hofer (Alemanha), Rev. Dr. Karl-Hinrich Manzke (Alemanha), Mrs. Maike Meyer (Alemanha), Rev. Dr. Patricia Cuyatti (FLM/Suiça), Rev. Christoph Anders (EMW/ Alemanha).
 
Da ELM, participam: Rev. Thomas Wojciechowski, Christoph Ernesti, Christine Lindhorst, Rev. Kurt Herrera e Rev. Dr. Wilhelm Richebächer. Da IECLB, integram a Consulta: P. Silvio Schneider, Assessor para Missão Global, P. Dr. Romeu Martini, Assessor Teológico da Presidência, P. Dr. Mauro Souza, Secretário da Ação Comunitária, P. Altemir Labes, Secretário Adjunto para Missão e Diaconia, Pa. Carmen Michel Siegle, Coordenadora de Gênero, Gerações e Etnias, Carlos Bock, Diretor Executivo da Associação Beneficente Evangélica da Floresta Imperial (Abefi), P. Luis Henrique Sievers, Ministro na Paróquia de Lajeado/RS, Pa. Romi Marcia Bencke, Secretária Executiva do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), P. Dr. Rudolf von Sinner, Professor na Faculdades EST, Bispo Humberto Maiztegui, da Igreja Anglicana, Jorn. Cristina Pozzobom e Jorn. Marco Aurelio Weissheimer, Ativistas de Direitos Humanos.
 
Para a segunda-feira, está prevista abordagem do Tema I: Visão de Igreja e Missão 2030, com busca por respostas para as seguintes questões: Com relação à visão da comunhão de Igrejas e aos desafios, como as Igrejas pretendem trabalhar e estar organizadas em 2030? Como as Igrejas estão respondendo à questão da migração do interior para as cidades? Há questões levantadas na Consulta Global de 2015 que estejam influenciando as Igrejas em suas ações? Haverá união de Igrejas Luteranas em lugar de separações? Como alcançar pessoas que tendem mais e mais a se isolar?
 
A palestra será do Bispo Horst Mueller, da Igreja Evangélica Luterana na África do Sul (LUCSA), com reações do P. Dr. Nestor Friedrich, Pastor Presidente da IECLB, e do Bispo Ralf Meister, da Igreja Evangélica Luterana de Hannover, na Alemanha.
 
Fonte: IECLB
Foto: Reprodução

 
 
 
“O que nos ameaça não é o choque de civilizações, mas o choque de ignorâncias e radicalismos. Conhecer-se é reconhecer-se”. São palavras do cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, durante o encontro com o xeque Muhammad Abdul Karim Al-Issa, Secretário-geral da Liga Muçulmana Mundial (LMM).
 
Ao chegar em Riad na sexta-feira (13/04), o cardeal foi recebido pelo príncipe Mohammed bin Abdurrahman bin Abdulaziz, vice-governador da capital e pelo próprio secretário da LMM. Também estava presente o bispo secretário do dicastério, o comboniano dom Miguel Ángel Ayuso Guixot, vindo de Nairóbi. A delegação vaticana, da qual fez parte também mons. Khaled Akasheh, do departamento do Islã, ficou até sexta-feira, 20, no reino saudita, terra natal do Islã e onde estão os dois mais importantes lugares sagrados dos muçulmanos, a Meca e a Medina. Durante a sua permanência o card. Tauran encontrou também um grande número de cristãos que aqui se encontram a trabalho, dirigindo-lhes palavras de encorajamento.
 
A hospitalidade espiritual promove a amizade e contrasta os preconceitos
 
Durante a reunião com o secretário-geral da LMM falou-se de encontros anteriores em Roma, em 21 de setembro de 2017, com o Papa Francisco e com o próprio Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. O cardeal Tauran, por sua vez, recordou que os lugares sagrados cristãos, “na Terra Santa, em Roma ou em outros lugares, assim como os numerosos santuários em várias partes do mundo”, estão “sempre abertos a todos nossos irmãos e irmãs muçulmanos, para os fiéis de outras religiões e também a todas as pessoas de boa vontade que não professam qualquer religião”.
 
Também acrescentou, “em muitos países, as mesquitas estão abertas a visitantes” e “isto é o tipo de hospitalidade espiritual que ajuda a promover o conhecimento mútuo e a amizade, contrastando os preconceitos”. Falando disso o cardeal recordou que “a religião é o que uma pessoa tem de mais precioso. É por isso que alguns, quando são chamados a escolher entre conservar a fé e manter a vida, preferem pagar o alto preço da vida: são os mártires de todas as religiões e de todos os tempos”.
 
O cardeal falou sobre fundamentalismo
 
“Em todas as religiões – afirmou – há radicalismos. Talvez os fundamentalistas e os extremistas sejam pessoas zelosas, que porém, infelizmente, se desviaram de uma compreensão sólida e sábia da religião. Além disso, consideram todos os que não compartilham de sua visão como infiéis”, que “devem se converter ou ser eliminados, para assim manter a pureza”. São pessoas confusas que “podem passar facilmente à violência em nome da religião, incluindo o terrorismo. São convencidas, pela lavagem cerebral, de que estão servindo a Deus. A verdade é que estão somente fazendo mal a si mesmas, destruindo os outros, destruindo a imagem da sua religião e dos seus correligionários”. Por isso, “precisam da nossa oração e da nossa ajuda”.
 
Regras comuns para a construção de lugares de culto
 
Depois de esclarecer que “a religião pode ser proposta, jamais imposta, e também aceita ou recusada”, o cardeal Tauran falou que “um dos campos em que cristãos e muçulmanos devem estar de acordo já que no passado houve muita competição entre as duas comunidades”, é o “das regras comuns para a construção de lugares de culto”. De fato, “todas as religiões devem ser tratadas do mesmo modo, sem discriminações, porque seus seguidores, assim como os cidadãos que não professam nenhuma religião devem ser tratados do mesmo modo”, evidenciou aludindo ao tema sempre atual da “plena cidadania” para todos. Mesmo porque “se não eliminarmos medidas desiguais do nosso comportamento como crentes, instituições religiosas e organizações, alimentaremos a islamofobia e o anticristianismo”. Neste contexto, relevou o cardeal Tauran, “os líderes espirituais têm um dever: evitar que as religiões estejam a serviço de uma ideologia”, e saber “reconhecer que alguns nossos correligionários, como os terroristas, não estão se comportando corretamente. O terrorismo é uma ameaça constante, por isso temos que ser claros e não justificá-lo jamais. Os terrorismos querem demonstrar a impossibilidade de convivência. Nós acreditamos no exato contrário. Devemos evitar a agressão e a difamações”.
 
Deus, que nos criou, não seja motivo de divisão, mas de unidade
 
O pluralismo religioso “é um convite a refletir sobre a nossa fé, porque todo o diálogo inter-religioso autêntico inicia com a proclamação da própria fé. Não podemos dizer que todas as religiões são iguais, mas que todos os crentes, os que buscam Deus e todas as pessoas de boa vontade sem uma filiação religiosa, têm a mesma dignidade. Cada um deve ser deixado livre para abraçar a religião que quiser”. Destas palavras a exortação conclusiva a unir o empenho “para que Deus, que nos criou, não seja motivo de divisão, mas de unidade”.
 
Fonte: Vatican News
Foto: Reprodução
Obs.: o título foi adaptado

 
 
 
 
A presidência da CNBB falou aos jornalistas reunidos na Coletiva de Imprensa da 56ª Assembleia Geral da entidade, na tarde do dia 19 de abril. Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da Comissão do Tema Central da Assembleia falou sobre os próximos passos do documento sobre a formação de presbíteros aprovado na assembleia. O documento segundo para a aprovação final do Vaticano e, após esse passo, será publicado como um documento da CNBB que vai orientar a formação dos novos padres no Brasil.
 
Dom Murilo Krieger, vice-presidente, leu as mensagens da conferência ao povo de Deus. O documento registra a comunhão do episcopado brasileiro com o papa Francisco e destaca a necessidade de promover o diálogo respeitoso para estimular a comunhão na fé em tempo de politização e polarizações nas redes sociais. A mensagem retoma a natureza e a missão da entidade na sociedade brasileira. Confira, na sequência, a íntegra do documento que será enviado à todas as 277 circunscrições eclesiásticas do Brasil, incluindo arquidioceses, dioceses, prelazias, entre outras.
 
Leia a Mensagem:
 
MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL AO POVO DE DEUS
 
O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1,3)
 
Em comunhão com o Papa Francisco, nós, Bispos membros da CNBB, reunidos na 56ª Assembleia Geral, em Aparecida – SP, agradecemos a Deus pelos 65 anos da CNBB, dom de Deus para a Igreja e para a sociedade brasileira. Convidamos os membros de nossas comunidades e todas as pessoas de boa vontade a se associarem à reflexão que fazemos sobre nossa missão e assumirem conosco o compromisso de percorrer este caminho de comunhão e serviço.
 
Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários.
 
A Igreja fundada por Cristo é mistério de comunhão: “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (cf. Ef 5,25), assim devemos amá-la e por ela nos doar. Por isso, não é possível compreender a Igreja simplesmente a partir de categorias sociológicas, políticas e ideológicas, pois ela é, na história, o povo de Deus, o corpo de Cristo, e o templo do Espírito Santo.
 
Nós, Bispos da Igreja Católica, sucessores dos Apóstolos, estamos unidos entre nós por uma fraternidade sacramental e em comunhão com o sucessor de Pedro; isso nos constitui um colégio a serviço da Igreja (cf. Christus Dominus, 3). O nosso afeto colegial se concretiza também nas Conferências Episcopais, expressão da catolicidade e unidade da Igreja. O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium, 23, atribui o surgimento das Conferências à Divina Providência e, no decreto Christus Dominus, 37, determina que sejam estabelecidas em todos os países em que está presente a Igreja.
 
Em sua missão evangelizadora, a CNBB vem servindo à sociedade brasileira, pautando sua atuação pelo Evangelho e pelo Magistério, particularmente pela Doutrina Social da Igreja. “A fé age pela caridade” (Gl 5,6); por isso, a Igreja, a partir de Jesus Cristo, que revela o mistério do homem, promove o humanismo integral e solidário em defesa da vida, desde a concepção até o fim natural. Igualmente, a opção preferencial pelos pobres é uma marca distintiva da história desta Conferência. O Papa Bento XVI afirmou que “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com a sua pobreza”. É a partir de Jesus Cristo que a Igreja se dedica aos pobres e marginalizados, pois neles ela toca a própria carne sofredora de Cristo, como exorta o Papa Francisco.
 
A CNBB não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político. As ideologias levam a dois erros nocivos: por um lado, transformar o cristianismo numa espécie de ONG, sem levar em conta a graça e a união interior com Cristo; por outro, viver entregue ao intimismo, suspeitando do compromisso social dos outros e considerando-o superficial e mundano (cf. Gaudete et Exsultate, n. 100-101).
 
Ao assumir posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, a CNBB o faz por exigência do Evangelho. A Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Isso nos compromete profeticamente. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada. Se, por este motivo, formos perseguidos, nos configuraremos a Jesus Cristo, vivendo a bem-aventurança da perseguição (Mt 5,11).
 
A Conferência Episcopal, como instituição colegiada, não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos.
 
Neste Ano Nacional do Laicato, conclamamos todos os fiéis a viverem a integralidade da fé, na comunhão eclesial, construindo uma sociedade impregnada dos valores do Reino de Deus. Para isso, a liberdade de expressão e o diálogo responsável são indispensáveis. Devem, porém, ser pautados pela verdade, fortaleza, prudência, reverência e amor “para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo” (LG 37). “Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor” (Papa Francisco, Mensagem para o 52º dia Mundial das Comunicações de 2018).
 
Deste Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos, por sua materna intercessão, abundantes bênçãos divinas sobre todos.
 
Aparecida-SP, 19 de abril de 2018.
 
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília – DF
Presidente da CNBB
 
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ
Arcebispo São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB
 
Fonte: CNBB
Foto: Reprodução

 
 
 
Com o tema “Bíblia, o Livro da Esperança – O Impacto da Bíblia na Vida das Pessoas”, o Fórum de Ciências Bíblicas acontecerá nos dias 14 e 15 de junho, no Centro de Eventos de Barueri (SP) – Museu da Bíblia (MuBi). Nesta edição de 2018, em que se comemora o Ano da Bíblia, o tradicional evento promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) terá painéis que destacarão como a Bíblia vem, ao longo dos anos, contribuindo para o desenvolvimento do ser humano sob variados aspectos.
 
“A Bíblia oferece orientação e conforto para todas as pessoas, em diferentes momentos da vida, especialmente quando temos de lidar com questões complexas, como a morte, a maternidade, a paternidade, a enfermidade e tantos outros problemas que enfrentamos em nosso dia a dia”, resume o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert que, a partir de 16 de maio assume a diretoria executiva da organização.
 
Entre as palestras que serão apresentadas estão “O impacto da Bíblia na vida de voluntários e famílias”, “O impacto da Bíblia na Igreja e na vida dos enfermos“ e “Novas fronteiras na tradução da Bíblia”, além, é claro, da “Bíblia como o livro da esperança”.
 
A expectativa dos organizadores é superar a marca de 2017, quando o evento atraiu para Barueri (SP) mais de 500 participantes. Mais uma vez o público também poderá acompanhar os painéis pela Internet.
 
O 14º Fórum de Ciências Bíblias é aberto a professores e estudantes de Teologia, Ciências da Religião e Linguística, assim como outros estudiosos da Bíblia, lideranças religiosas e cristãos em geral. 
 
A inscrição pode ser feita por meio do link: www.sbb.org.br/eventos/forum-de-ciencias-biblicas.
 
Fonte: SBB

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