Ao povo de Deus das Comunidades da Igreja Católica

Assim fala o Senhor Deus: “Grita forte, sem cessar, levanta a voz como trombeta e denuncia os crimes contra o meu povo e os pecados da casa de Jacó”. (Is. 58,1)

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Caros fiéis,

Diante da gravidade do momento político, social, econômico e moral que vivemos nos últimos tempos e inspirados pelo testemunho do Evangelho, não podemos ficar calados.

No conturbado ano de 2016, o nosso país deparou-se com uma avalanche de projetos e decisões do Congresso – alguns já implementados – que claramente trarão em curto e médio prazos consequências graves para toda a sociedade brasileira, de modo especial para os trabalhadores e os pobres.

A crise economica é apresentada como a grande vilã do momento, pela qual se justifica qualquer medida sócio-político-econômica. As medidas são impostas em pacotes prontos e fechados. O Congresso e o Senado servem apenas como fachada para dar legalidade ao que uma elite conservadora já decidiu de antemão: privilegiar o sistema financeiro e defender os interesses do grande capital. O preço é impor enormes sacrifícios aos mais pobres e desestruturar as condições de sobrevivência das pequenas empresas e da própria economia familiar.

Como a atenção da população está focada na crise econômica, é importante não nos distrairmos em relação a outros setores da vida social, tais como:

• a polêmica reforma do ensino médio,
• a redução da maioridade penal com medidas duras de imputar penalmente os adolescentes,
• a reforma da Previdência Social em tramitação no Congresso nestes dias, com consequências desastrosas para os empobrecidos no próximo futuro,
• e as alterações em leis trabalhistas conquistadas com luta e sangue de operários.

Infelizmente todas essas medidas apontam para sérios retrocessos em diversas conquistas que resultaram da mobilização de milhões de brasileiros e brasileiras desde tempos passados, como o da Constituinte, até os nossos dias.

É escandalosa a ascensão ao poder de pessoas de duvidosa reputação, sob suspeita de corrupcão ou em adiantado processo de investigação, para ocupar cargos de alta responsabilidade no Legislativo, no Judiciário e no Executivo.

Assistimos a um grande recuo de iniciativas que resgatem a dignidade popular. Até propostas de lei de iniciativa popular, um grande avanço constitucional, são barradas no Congresso. Vozes inconformadas e clamor popular que manifestam insatisfação ou dissenso são apresentados pela mídia como elementos de estorvo e distúrbio diante da perspectiva de constituir uma “nova ordem” para salvar o país. Assim as leis e a governança não colocam a economia e a atividade política a serviço da pessoa humana e das suas necessidades básicas, pelo contrário a gestão da coisa pública e a aprovação de emendas parlamentares são pensadas para salvar um projeto de economia neo-liberal que impõe pesos insuportáveis nos ombros dos mais pobres.

Outras questões graves nos preocupam: vemos aprovadas leis, varadas na calada da noite ou com canetadas do Judiciário, que desmantelam a família, negam dignidade ao nascituro e descaracterizam a concepção da identidade sexual da pessoa humana, ferindo profundamente a sensibilidade de grande maioria do povo brasileiro.

Assim o Estado se dissocia da sociedade civil como um todo e não interpreta os seus anseios, pelo contrário é usado por grupos políticos e econômicos que dele se apossaram para sujeitá-lo a seus interesses.

Na nossa região as consequências das medidas apresentadas são agravadas pela falência do Estado do Rio de Janeiro e a total ineficiência dos ôrgãos governamentais que dificulta possíveis parcerias com a iniciativa privada. A privatização da CEDAE é a expressão mais eloquente de um Estado que agoniza e se submete às leis do mercado para poder de algum modo sobreviver.

O que mais preocupa a nossa população é o agravar-se da violência alimentada pelo tráfico, a falta de perspectivas e de oportunidades para a juventude, o desemprego generalizado que atinge as famílias e congela a economia, a precariedade da saúde pública e o desmantelamento do SUS de tal forma que os mais pobres, quando ficam doentes, são condenados a sofrer uma lenta agonia, enfim o desespero da fome que leva famílias inteiras a buscar alimento a qualquer custo, quando não podem mais contar com a solidariedade dos bons.

Conclamamos todas as pessoas de boa vontade, sensíveis aos valores da justiça e da solidariedade a se juntarem e a se manifestarem contra as medidas que afetam o bem comum e a vida dos mais pobres e indefesos. Esta é a hora em que cada de nós é chamado a exercer a cidadania em relação aos deputados e senadores que pediram e ganharam o nosso voto na época das eleições para cobrar deles postura digna e coerente na hora de votar emendas parlamentares que podem prejudicar os seus eleitores.

O Senhor nos chama a ser protagonistas da salvação como seus colaboradores na construção do Reino. Ele nos convida à vivência da fé, ao exercício da esperança e ao testemunho da caridade. Isso acontece de fato através de uma ação firme e determinada em defesa da educação e saúde públicas de qualidade, do direito ao trabalho digno, ao gozo da vida no tempo da justa aposentadoria, do acesso ao lazer, à cultura e à moradia, ao direito a uma alimentação saudável para saciar a fome e a sede para viver com dignidade cuidando da nossa Casa Comum.

Vivemos tempos difíceis! A nossa fé nos guie e nos fortaleça para podermos assumir a missão de trabalhar para que todos tenham vida e vida plena.

Com minha bênção de pastor,

Dom Francisco Biasin.

Nos dias 17 a 19 de março de 2017, reunimo-nos em Foz do Iguaçu/PR, mais de 2 mil mulheres vindas de todas as regiões do Brasil, para o Encontro Nacional de Mulheres da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) sob o tema Mulheres Luteranas celebrando os 500 anos da Reforma e viemos a público manifestar-nos contra a atual política brasileira de retirada de direitos.

EN luteranos

Unimo-nos ao Manifesto da Direção da IECLB, que reflete em sua Carta do dia 16 de março de 2017 a situação política precária pela qual passa o país. Também afirmam a grande problemática que se avista com a reforma da Previdência. De acordo com a carta, ‘Em 2017, lamentavelmente, aumenta o receio de que o Brasil caminha em direção ao abismo. Para exemplificar, focamos o tema da reforma da Previdência. Há quantas décadas ouvimos que recursos deste caixa são desviados para viabilizar outros projetos. Há quanto tempo ouvimos que é incalculável o montante de contribuições ao INSS que é sonegado. O noticiário é farto em dados que denunciam aposentadorias astronômicas para uma minoria privilegiada. Afinal, como os recursos pagos à Previdência são administrados? (Carta Pastoral de 15 de novembro de 2016)’.

Como mulheres de Confissão Luterana, reafirmamos que somos contra o projeto de reforma da Previdência apresentada pelo atual Governo, tendo em vista que ela atinge diretamente as mulheres, em suas diferentes áreas de trabalho. A sociedade brasileira ainda é fortemente patriarcal. A grande maioria das mulheres exerce uma dupla ou tripla jornada de trabalho, portanto os critérios para a Aposentadoria devem ser diferenciados para homens e mulheres.

Exigimos uma auditoria transparente da Previdência Social e que os recursos advindos desta contribuição sejam distribuídos com justiça. Como mulheres luteranas, que constroem a sua história a partir do movimento da Reforma, orientamo-nos pela palavra bíblica do profeta Isaias 59.14: Pelo que o direito se retirou, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças, e a retidão não pode entrar.

Este Manifesto foi aprovado, por aclamação, no dia 19 de março de 2017, de pé, por toda a Plenária.

Foz do Iguaçu, 19 de março de 2017.


Acesse mais informações sobre o Encontro Nacional Mulheres Luteranas Celebrando os 500 anos da Reforma

Acesse o VÍDEO com o primeiro dia do Encontro!

Acesse o VÍDEO com o segundo dia do Encontro!

Acesse o VÍDEO com o terceiro dia do Encontro!

Com uma produção que faz lembrar o filme Os suspeitos do costume, da década de 1990, Francisco denuncia, por meio da série O Vídeo do Papa de março, a perseguição contra os cristãos, em diversas partes do mundo.

Com a pergunta: Por que cristãos são tratados como delinquentes em muitas partes do mundo? Francisco lançou o 15º vídeo da série, um projeto da Rede Mundial de Oração do Papa, para que o mundo tome consciência da realidade dos cristãos perseguidos e executados apenas por causa da fé, sem distinção entre as confissões religiosas a que pertencem.

“Quantas pessoas são perseguidas por causa de sua fé, obrigadas a abandonar suas casas, seus locais de culto, suas terras, seus afetos!”, exclama Francisco, na sua denúncia contra a perseguição religiosa.

Segundo o Relatório da Liberdade Religiosa, da fundação pontifícia Aid to the Church in Need (ACN), conhecido localmente como Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), a liberdade religiosa diminuiu em 11 (quase 50%) dos 23 países classificados como de perseguição. Por outro lado, em outros sete países incluídos nesta categoria, os problemas já são tão graves que apenas têm tendência para piorar.

“Animem-se a fazer isso comigo, para que os cristãos experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material”, afirma o Papa, desafiando as pessoas a comprometerem-se com esta delicada causa.

“A intenção de Francisco este mês é tão delicada quanto urgente”, afirma padre Frédéric Fornos, diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ). Segundo ele, “milhares de cristãos em todo o mundo são discriminados ou perseguidos pelo simples fato de serem cristãos. Não esqueçamos que também existem outras perseguições religiosas”.

Johannes Heereman, presidente executivo internacional da ACN afirma: “A liberdade religiosa é um princípio fundamental dos direitos humanos. Nas manchetes das notícias, nós vemos quase todos os dias um vínculo claro entre a violência, a opressão e a negação deste direito humano básico. Acreditamos que é preciso levantar a voz quando qualquer comunidade de fé está a ser injustamente atacada”. A ACN suporta mais de 5 mil projetos por ano, em todo o mundo, para a igreja que sofre.

Clique na imagem abaixo para ver o vídeo.

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Fonte: jesuitasbrasil.com
Imagem: Reprodução Youtube

Um evento de grande relevância no caminho ecumênico. Na segunda-feira, 13 de março, dia em que Francisco completava quatro anos de Pontificado, foram celebradas Vésperas Anglicanas na Basílica de São Pedro.

A celebração foi presidida pelo Arcebispo anglicano David Moxo, Diretor do Centro Anglicano de Roma. O Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Arcebispo Artur Roche, foi o responsável pela homilia.

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Nossa colega do Programa Inglês, Philippa Hitchen estava lá e conversou com o Bispo anglicano David Hamid, que tomou parte na celebração:

"Isto significa construir sobre aquilo que Pontífices e Arcebispos (anglicanos) estão dizendo há anos, e que a Comissão ARCIC retomou: podemos rezar juntos. A oração comum, a oração cotidiana da Igreja é um elemento que nos une: retornar às nossas raízes beneditinas e, como foi sublinhado na homilia, nós, a Igreja Anglicana, devemos muito à missão beneditina enviada pelo Papa Gregório. Vir aqui e cantar segundo a nossa tradição litúrgica, herança dos beneditinos, ir até o túmulo de São Gregório e recitar a oração final, foi um momento ecumênico muito comovente e significativo".

RV: O que significa para o senhor, como bispo anglicano, celebrar pela primeira vez aqui na Cátedra de São Pedro?

"Jamais poderia ter imaginado isso há cinco anos, e certamente não há dez! É uma abertura belíssima: somos agradecidos pela proximidade entre as nossas tradições, que está se tornando sempre mais visível, o que torna possível este tipo de oração comum. Por outro lado, foi também algo muito natural encontrar-se na casa de Deus, neste grande e santo lugar sobre o túmulo de Pedro e rezar juntos as Vésperas. Portanto, dois aspectos incrivelmente surpreendentes e, ao mesmo tempo, também um evento absolutamente normal, se referido àquilo que os cristãos deveriam fazer juntos".

RV: Significativamente, isto ocorreu no aniversário da eleição do Papa Francisco...

"Sim: diria que provavelmente, ou melhor, certamente nós anglicanos consideramos isto no mínimo uma feliz coincidência. De fato, todo o esforço que realizamos ao longo dos últimos anos, parece concretizar-se na sua pessoa e na sua abertura às relações e ao diálogo ecumênico; a partir da visita que fez a nossa paróquia de Roma, há algumas semanas, isto é um ulterior passo que aproxima as nossas duas Comunhões na oração e que manifesta ao mundo que estamos unidos em Cristo".

A Rádio Vaticano também conversou com o Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Arcebispo Artur Roche:

"Parece-me que o aspecto mais importante é que são percorridos novamente os passos que já haviam sido dados no século VI, para a evangelização da Inglaterra. O patrimônio foi construído naquela época e no decorrer dos anos, em certo sentido, voltou nesta tarde como homenagem ao Papa Gregório, conhecido como o Apóstolo da Inglaterra - Apostolus anglorum. Acredito que tenha sido um belíssimo tributo por parte da Igreja Anglicana, precisamente no aniversário de envio, por parte de Gregório, do monge Agostinho à Inglaterra".

RV: Foi uma bonita celebração da tradição litúrgico-musical inglesa. Que impacto este acontecimento poderá ter, a longo prazo, no diálogo entre católicos e anglicanos? Poderá, quem sabe, ser útil a mais amplos propósitos no diálogo entre as duas Confissões?

"Sim, acredito que sim, porque mais uma vez - como disse o Papa Francisco quando visitou a paróquia de Todos os Santos em Roma - a teologia, os pontos que fazem a diferença, não devem ser estudados em laboratório, em atmosfera controlada; devem ser descobertos em viagem, lado a lado. No ato de rezar juntos existe um sinal da Providência que, obviamente, nos induz em modo significativo a reconhecer o nosso Batismo comum e a nos encorajar com isto. E quanto mais se consegue fazer encontrando as pessoas neste sentido, tanto mais se abrirão, se escancararão as portas".

RV: O senhor está na Congregação para o Culto Divino. É possível que veremos sempre mais celebrações não católicas dentro da Basílica de São Pedro?

"Isto não é exatamente da minha competência, mas diz respeito mais ao Conselho para a Unidade dos Cristão; mas tenho a impressão de que, o que ocorreu hoje, não é um evento isolado...".

Fonte: Rádio Vaticano
Foto: Reprodução

Hoy Christian Aid lanza un nuevo informe: “El Escándalo de la Desigualdad: las múltiples caras de la desigualdad en América Latina y el Caribe”. El informe señala que la desigualdad en la región basada en la identidad, género, situación económica, cambio climático y ubicación geográfica sigue siendo vergonzosa. Las desigualdades se conectan y excluyen a las personas, impidiendo un desarrollo sostenible.

La mujer carga con el peso de las desigualdades en la región, son las mujeres quienes más sufren por la violencia, los sistemas fiscales se ensañan contra ellas, las mujeres tienen menos oportunidades a acceder a trabajos dignos y son las más afectadas por el cambio climático.

Infografico

Desde la publicación del último informe de Christian Aid sobre la desigualdad en el 2012, la región ha experimentado algunos cambios positivos, pero a pesar de que muchos han salido de la pobreza, la riqueza y la desigualdad social se mantienen y la región continúa siendo la más desigual en el mundo.

“Para nosotros la justicia social significa una sociedad más equitativa, no sólo en términos financieros sino en términos de la capacidad de las personas de ejercer sus derechos, en políticas que incluyan a todas las personas y que ayuden a acabar con las desigualdades”.
Mara Manzoni Luz, Directora de Christian Aid para América Latina y El Caribe.

El informe explora la identidad racial y étnica y da atención especial a la situación de los pueblos indígenas y las comunidades afro-descendientes, quienes son los más afectados por la exclusión social y el racismo.

El informe examina el tema de desigualdad en el contexto de la violencia de género, incluidos la violencia sexual y el feminicidio, tan prevalentes en la región, hacen de América Latina una de las regiones más violentas del mundo. De los cinco países más peligrosos para las mujeres, cuatro se encuentran en la región, siendo El Salvador el país con la mayor tasa de homicidios de mujeres en el planeta.

El informe destaca que la justicia fiscal puede jugar un papel clave en reducir la desigualdad, no sólo a través de las transferencias de impuestos, sino también con la implementación de sistemas fiscales progresivos, y la inversión de los ingresos fiscales en la provisión de servicios públicos universales garantizados por sistemas más justos y transparentes de inversión en los países.

Se destaca que la sociedad civil incluidas las organizaciones basadas en la fe y los movimientos sociales tienen un papel fundamental en combatir las desigualdades y en asegurarse que los gobiernos rindan cuentas, exijan cambios, denuncien las desigualdades y lo que se está haciendo para superarlas.

El informe insta a los gobiernos y la sociedad civil a:

• Abordar urgentemente la desigualdad de los pueblos indígenas y afro-descendientes, garantizando el cumplimiento de los Objetivos de Desarrollo Sostenible

• Implementar medidas referentes al control del poder político, participación política y al acceso a la tierra

• Desafiar directamente el creciente problema de la violencia y de la violencia de género y sus interrelaciones con las desigualdades

• Utilizar el sistema de impuestos para combatir la concentración de la riqueza y permitir que la región autofinancie su propio desarrollo. Mejorar el acceso a empleos decentes para superar de forma sostenible la pobreza y la desigualdad

• Responder a los desafíos que presenta el cambio climático y la necesidad urgente de avanzar a un desarrollo bajo en carbono

Para mayor información contactar a Paula Plaza, Asesora de Comunicaciones: + 44 (0) 7903 654 825 o por correo electrónico: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Notas a Editores:

1. Christian Aid trabaja con comunidades abatidas por la pobreza en 40 países del mundo. Trabajamos donde la necesidad es apremiante, independientemente de la religión, ayudando a la gente a vivir una vida plena, libre de la pobreza. Proporcionamos ayuda urgente, práctica y efectiva para abordar las causas profundas de la pobreza, así como sus efectos.

2. La creencia fundamental de Christian Aid es que el mundo puede y debe ser cambiado para que la pobreza termine: esto es lo que defendemos. Todo lo que hacemos es poner fin a la pobreza ya la injusticia: rápida, eficaz y sostenible. Nuestro documento de estrategia Asociación para el Cambio www.christianaid.org.uk/images/partnership-for-change-summary.pdf explica cómo nos dedicamos a esta tarea.

3. Christian Aid es miembro de ACT Alliance, una coalición global de más de 130 iglesias y organizaciones relacionadas con la iglesia que trabajan juntas en ayuda humanitaria, defensa y desarrollo. Más detalles en http://actalliance.org

4. Siga el correo de noticias de Christian Aid en Twitter: http://twitter.com/caid_newswire

5. Para más información sobre el trabajo de Christian Aid, visite http://www.christianaid.org.uk

O ano de 2016 foi o mais mortal para as crianças na Síria desde o início da guerra, alertou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). De acordo com a agência da ONU, 652 menores foram mortos neste período em razão dos combates, um salto de 20% na comparação com 2015 e um número superior a qualquer outro ano do conflito.

Os dados constam em um relatório do Unicef publicado dois dias antes do 6º aniversário da revolta popular contra o ditador Bashar al-Assad, que acabou virando uma sangrenta guerra civil com mais de 470 mil mortos.

Syria UN Report

As crianças estão entre as primeiras vítimas da repressão brutal do regime e também de ações dos combatentes da oposição e de grupos extremistas. Não houve diminuição de ataques a escolas, hospitais, parques e casas no ano passado, enquanto o governo sírio, seus aliados e adversários mostraram um desprezo pelas leis da guerra.

Segundo o Unicef, pelo menos 255 crianças foram assassinadas dentro ou perto de uma escola em 2016, e 1,7 milhão está sem estudos. Uma em cada três escolas na Síria se encontra inutilizável — algumas devido à ocupação de grupos armados.

— A profundidade do sofrimento é sem precedentes — advertiu Geert Cappelaere, diretor regional do Unicef para o Oriente Médio e Norte da África, falando de Homs, na Síria. — Milhões de crianças na Síria são atacadas diariamente, suas vidas estão de cabeça para baixo.

O uso de crianças-soldado também aumentou no país. Pelo menos 851 crianças foram recrutadas por grupos armados no ano passado, mais que o dobro em relação a 2015.

Os recrutados se encontram cada vez mais na linha de frente ou, em casos extremos, são usados como suicidas ou guardas prisionais.

Em 15 de março de 2011, começavam os primeiros protestos contra o governo de Assad, que levaram a uma violenta repressão e depois à guerra civil. Desde então, o número de crianças vítimas da guerra vem só crescendo.

— Toda criança está marcada por uma vida com horríveis consequências sobre sua saúde, bem-estar e futuro — acrescentou Cappelaere.

Outro problema é a questão das minas. Crianças de todo o país estão em risco de sofrer lesões graves por brincarem perto de minas terrestres e fragmentos de munições. A remoção desses artefatos em áreas mantidas pela oposição tem sido severamente prejudicada pela falta de acesso de especialistas aos locais.

O futuro das crianças sírias fora do país também é preocupante: 2,3 milhões de crianças sírias são refugiadas em outras partes do Oriente Médio.

Recentemente, a ONG Save The Children advertiu em um relatório que a guerra civil está provocando uma grave crise na saúde mental das crianças. Em meio a traumas, depressão e medo, a organização revelou que grande parte dos menores está sofrendo de estresse tóxico, estresse pós-traumático e situações extremas. Algumas delas chegam a condições extremas, como autoflagelação, tentativas de suicídio e até perda da fala.

Fonte: O Globo com agências internacionais
Foto: Uncredited / AP

Carta da Direção da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil-IECLB
às Autoridades Responsáveis pela Nação Brasileira


Disse ainda o Senhor: Certamente vi a aflição do meu povo (...)
e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhes o sofrimento (Êxodo 3.7).
  

Igreja luterana2

Movida pelo Evangelho de Jesus Cristo, sabendo-se incumbida da tarefa profética, zelando pelo respeito à justiça em favor da paz, a Presidência da IECLB, juntamente com Pastoras e Pastores Sinodais, recorda o que tem sido expresso em cartas pastorais no ano que passou, e admoesta as autoridades.

¨Há um clima de crescente tensão. Em lugar da palavra são colocados gritos, empurrões. Cresce o confronto a qualquer custo. Será que estamos esquecendo o que conquistamos a duras penas? Cansamo-nos da bendita oportunidade de viver a democracia que se constrói com diálogo? Afinal, a democracia não está à venda! É nossa convicção de que somos livres, por graça divina, para cuidar bem desse bem!¨ (Carta Pastoral de Março de 2016).

¨Vivemos momentos de muito confronto. Crescem assustadoramente os gestos de intolerância, agressividade e violência. Nesse contexto, como evitar o confronto pelo simples confronto? Quem ganha ou lucra em uma sociedade polarizada?¨ (Por ocasião do Dia da Reforma, em 31.10.2016).

“Para onde estamos indo? Nosso atual cenário político é tal que não sabemos o que poderá nos surpreender daqui a algumas horas (...) A democracia no Brasil é frágil, e ela está ferida. Historicamente, tivemos uma sistemática fragilização das instituições sob as quais a democracia se sustenta e é promovida, enquanto sistema de Governo. E hoje não é diferente, mas com o agravante de lesar a democracia como forma de cidadania” (Carta Pastoral de 15.11.2016).

Em 2017, lamentavelmente, aumenta o receio de que o Brasil caminha em direção ao abismo. Para exemplificar, focamos o tema da reforma da Previdência. “Há quantas décadas ouvimos que recursos desse caixa são desviados para viabilizar outros projetos. Há quanto tempo ouvimos que é incalculável o montante de contribuições ao INSS que é sonegado. O noticiário é farto em dados que denunciam aposentadorias astronômicas para uma minoria privilegiada. Afinal, como os recursos pagos à Previdência são administrados?” (Carta Pastoral de novembro passado).

Enquanto ecoam, e de forma crescente, esses questionamentos em todo o território brasileiro, vicejam notícias de que assuntos diretamente relacionados à vida da população sofrida e marginalizada, como os que estão implicados na reforma da Previdência, estão sendo avaliados e decididos em meio a negociações e manjares pouco comprometidos com a superação da aflição da população (Amós 6.6). Aprofunda-se o escândalo da corrupção. A legitimidade dos atuais legisladores está abalada na sua essência, mesmo com exceções. Que autoridade lhes resta para revisar e definir questões da amplitude de uma reforma trabalhista e previdenciária, que irá impactar novamente naqueles setores da sociedade já fragilizados? O descolamento da classe política do povo brasileiro é notório. Se sobra alguma relação, ela é cínica e dissimulada. Diante do quadro reinante, a cantilena de Martim Lutero soa como se tivesse sido composta no ano do Jubileu da Reforma, em 2017: “Desde o início do mundo, um príncipe [pessoa instituída de autoridade política] sábio é ave rara, e um príncipe honesto, mais raro ainda”.

Diante do quadro real que a sociedade brasileira assiste, particularmente em vista do tema da reforma da Previdência, a IECLB dirige-se aos e às integrantes do Congresso Nacional, estendendo o apelo ao Executivo e ao Judiciário, e afirma enfaticamente: a reforma da Previdência não pode ser objeto e resultado de acordos e conchavos políticos. Essa reforma deve ser debatida pela sociedade brasileira, que tem direito à transparência e ao acesso aos números e dados da Previdência, bem como à sua gestão. Sem isto e em meio a informações contraditórias e parciais, não é possível confiar nas propostas apresentadas.

A IECLB reafirma a importância do Estado laico. Bem por isso, sem confundir Igreja e Estado, mas sabendo da sua responsabilidade pública derivada do compromisso com o Evangelho de Jesus Cristo, a IECLB admoesta as autoridades diante do quadro brasileiro com a Palavra do Senhor: Executai o direito e a justiça e livrai o oprimido das mãos do opressor; não oprimais ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocente neste lugar (Jeremias 22.3).


Pastor Dr. Nestor Paulo Friedrich - Pastor Presidente
Pastora Sílvia Beatrice Genz - Pastora 1ª Vice-Presidente
Pastor Inácio Lemke - Pastor 2º Vice-Presidente
Pastora Dimuht Marize Bauchspiess, Pastora Sinodal do Sínodo da Amazônia, com sede em Cacoal/RO
Pastor Dalcido Gaulke, Pastor Sinodal do Sínodo Brasil Central, com sede em Brasília/DF
Pastor Bruno Ari Bublitz, Pastor Sinodal do Sínodo Centro-Campanha-Sul, com sede em Santa Cruz do Sul/RS
Pastor Jacson Homero Eberhardt, Pastor Sinodal do Sínodo Centro-Sul Catarinense, com sede em Florianópolis/SC
Pastor Joaninho Borchardt, Pastor Sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém, com sede em Vitória/ES
Pastor Nilo Orlando Christmann, Pastor Sinodal do Sínodo Mato Grosso, com sede em Cuiabá/MT
Pastora Ma. Tânia Cristina Weimer, Pastora Sinodal do Sínodo Nordeste Gaúcho, com sede em Estância Velha/RS
Pastor Vilson Emilio Thielke, Pastor Sinodal do Sínodo Noroeste Riograndense, com sede em Três de Maio/RS
Pastor Inácio Lemke, Pastor Sinodal do Sínodo Norte Catarinense, com sede em Joinville/SC
Pastor Odair Airton Braun, Pastor Sinodal do Sínodo Paranapanema, com sede em Curitiba/PR
Pastor Ricardo Cassen, Pastor Sinodal do Sínodo Planalto Rio-Grandense, com sede em Carazinho/RS
Pastor Me. Edson Edilio Streck, Pastor Sinodal do Sínodo Rio dos Sinos com sede em São Leopoldo/RS
Pastor Lauri Roberto Becker, Pastor Sinodal do Sínodo Rio Paraná, com sede em Toledo/PR
Pastor Geraldo Graf, Pastor Sinodal do Sínodo Sudeste, com sede em São Paulo/SP
Pastora Roili Borchardt, Pastora Sinodal do Sínodo Sul-Rio-Grandense, com sede em Pelotas/RS
Pastor Jair Luiz Holzschuh, Pastor Sinodal do Sínodo Uruguai, com sede em Chapecó/SC
Pastor Breno Carlos Willrich, Pastor Sinodal do Sínodo Vale do Itajaí, com sede em Blumenau/SC
Pastor Gilciney Tetzner, Pastor Sinodal do Sínodo Vale do Taquari, com sede em Teutônia/RS

600 africa crista

O cristianismo está crescendo mais rápido na África do que em outra região do globo. Em quatro anos, um quarto dos fiéis de religiões cristãs, com destaque para o catolicismo, estará na África.

Essa é a conclusão da “A Antologia do Cristianismo Africano”, uma coleção de 1.400 páginas com dados colhidos e editados por Isabel Apawo Phiri, Dietrich Werner, Chammah Kaunda e Kennedy Owino.

Com base em quase uma centena de pesquisas, a “Antologia” contém sessenta artigos que abordam as questões sociais dos cristãos da África. Um dos fatores que explicam a rápida expansão do cristianismo no continente é a difusão por intermédio de iniciativas educacionais, como colégios, creches, etc.

CONIC com Riforma.it e agências
Foto: Reprodução

renove nosso mundo

Cristãos e cristãs do mundo estão se articulando em orações e ações para que a justiça climática seja realidade. Escolhendo a vida para nossa geração e futuro. Renovar Nosso Mundo é uma campanha por energia limpa e renovável e por agricultura sustentável para as comunidades mais pobres do mundo. O objetivo é pressionar governos a traçarem metas concretas para manterem promessas feitas no Acordo Climático de Paris e investirem em energia limpa e agricultura sustentável.

Lançada no primeiro dia da Quaresma, a quarta-feira de cinzas, 1º de março, a Campanha Renove Nosso Mundo (Renew Our World) convida os cristãos de todo o mundo a se unirem em oração para que as pessoas mais pobres do planeta resistam aos nocivos efeitos das mudanças climáticas.

Renove Nosso Mundo está sendo lançada pela Tearfund, Miquéias Global, Aliança Anglicana, TEAR Austrália, Miquéias Zâmbia, EU-CORD, Paz e Esperança Internacional. Esta é uma campanha de longo prazo que tem a oração como pedra angular e visa mobilizar e inspirar as igrejas a lutarem contra a pobreza e a injustiça, começando pela mudança climática.

“A campanha Renove Nosso Mundo pressionará os governos de todo o mundo a cumprirem as promessas feitas no Acordo de Paris. Parte desse acordo visa a renovação da matriz energética e a transformação da agricultura por meio da utilização de técnicas de cultivo amigas do clima”, explica o diretor de advocacy da Tearfund, Paul Cook.

A diretora internacional de Miquéias Global, Sheryl Haw, acrescenta: “Será preciso um grande esforço para permitir que nosso mundo se recupere. À medida em que cada um de nós fizer o que nos cabe pressionando nossos governos a cumprirem os compromissos assumidos, veremos mudanças”.

O Acordo de Paris estabelece um plano de ação global para enfrentar a perigosa mudança climática. Através da campanha Renove nosso Mundo os cristãos se unirão em oração para que os 195 países que assinaram o Acordo limitem o aquecimento global a um valor mais próximo possível de 1,5 graus e para que as emissões de gases de efeito estufa sejam eliminadas.

A campanha objetiva ainda incentivar os cristãos a continuarem pressionando e orando pela mudança em seus países. De acordo com o Rev. Andrew Bowerman, Co-Diretor Executivo da Aliança Anglicana, a campanha trabalhará em prol do objetivo global de ver as comunidades mais resilientes e florescendo em harmonia com a criação. “Estamos profundamente empenhados em servir junto aos nossos irmãos ao redor do mundo para que isso se torne realidade”.

“Podemos vencer a pobreza, e para isso precisamos vencer a mudança climática”, enfatizou o Reverendo Nicholas Holtam, Bispo da Igreja da Inglaterra. “As gerações anteriores não sabiam sobre a mudança climática e para as gerações futuras será tarde demais. Este é o desafio da nossa geração. Como seguidores de Jesus, já sabemos que precisamos amar nossos vizinhos e cuidar da criação. A Quaresma é um bom momento para refletir sobre os limites espirituais e físicos do consumismo”, concluiu.

Para descobrir como você pode se envolver na campanha Renew Our World, visite www.renewourworld.net

Informações adicionais:

Na Conferência do Clima de Paris (COP21), realizada em dezembro de 2015, 195 países adotaram o primeiro acordo mundial, juridicamente vinculativo, sobre o clima global (“Acordo Climático de Paris”). O acordo estabelece um plano de ação global que começa a colocar o mundo no caminho certo para evitar uma mudança climática perigosa. Tal ação visa limitar o aquecimento global e colocar fim às emissões de gases de efeito estufa.

Renew Our World é uma campanha global que exige progressos significativos no Acordo Climático de Paris. Cada país da campanha se concentrará em uma ou mais das seguintes promessas:

• Definir alvos e planos de transição para zero emissões para limitar o aquecimento global a 1,5 graus.

• Investir em energia limpa, executar as metas localmente para que alcancem todos, especialmente aqueles mais pobres e vulneráveis.

• Apoiar uma agricultura mais sustentável que não resulte em emissões enormes e que ajude as comunidades em risco de secas e inundações.

Video:

Em Portugues – Renovar nosso mundo.

Fonte: Renew Our World
Imagem: Reprodução

O atual cenário político e social brasileiro, de retrocesso e retirada de direitos, crise econômica e desmonte de políticas públicas, exige estratégias de mobilização social e institucional e fortalecimento de práticas que priorizem a transformação estrutural.

A FLD tem centrado sua atuação na perspectiva de promover justiça de gênero e ampliar a democratização dos processos de gestão, no âmbito de grupos, associações, instituições e cooperativas apoiadas, para que as transformações sociais se sustentem a partir de uma participação coletiva.

IMG FLD

Essa atuação orienta o apoio a projetos, por meio do Programa de Pequenos Projetos (PPP), que abre seus editais hoje, dia 1º de março. São quatro editais, nas áreas de Justiça Econômica, Justiça Socioambiental, Diaconia e Direitos.

Os projetos devem ser elaborados e enviados através da plataforma de projetos, disponível no endereço fld.com.br/projetos/requerente, observando-se as condições e critérios específicos de cada edital.

O prazo final para encaminhamento dos projetos é 12 de abril de 2017, às 23h59min, horário de Brasília. Observação: grupos com projetos em andamento na FLD não poderão enviar novo projeto para avaliação.

Também não serão considerados projetos oriundos de pessoas físicas, de instituições privadas, órgãos públicos e de instituições de ensino superior.

Sobre o envio e cadastramento de projetos:

  • Só é permitida a entrada de uma proposta por edital.
  • Para facilitar o processo de preenchimento da proposta na plataforma de projetos, preencha primeiro o modelo fornecido no formato word e depois transcreva as informações para a plataforma.
  • Não serão aceitas propostas de projetos no formato word. O objetivo do documento em word é facilitar o preenchimento da plataforma de projetos.

Abaixo, seguem informações gerais sobre cada edital. Os documentos detalhados estão disponíveis no final do texto, para download, junto com o formulário em word para elaboração de projetos e o documento com orientações para preenchimento de propostas para a FLD. Este último está em dois formatos – word, para impressão, e powerpoint, para projeção.

Edital FLD 01/2017 - Justiça Econômica

Este edital vai apoiar projetos de economia solidária, que promovam o fortalecimento de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES), principalmente nas áreas de estruturação, formalização e qualificação para a gestão democrática e comercialização via comércio justo e solidário. Serão priorizados projetos vinculados a redes de economia solidária. Voltado aos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Edital FLD 02/2017 - Justiça Socioambiental

Este edital tem três focos temáticos. A instituição proponente poderá optar por um deles ou integrá-los em um mesmo projeto.

Foco temático 1): Apoiar projetos de valorização do conhecimento tradicional, fortalecimento de identidades socioculturais e uso sustentável da biodiversidade nos biomas Pampa e Mata Atlântica e na Zona Costeira e Marinha.

Foco temático 2): Apoiar projetos de implementação e consolidação de experiências agroecológicas, que priorizam o protagonismo das mulheres.

Foco temático 3): Apoiar projetos de fortalecimento da gestão democrática com justiça de gênero em organizações que promovem a agroecologia e/ou a valorização da sociobiodiversidade.

São elegíveis organizações da sociedade civil, grupos, redes e/ou movimentos sociais do campo. O edital abrange os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Edital FLD 03/2017 – Diaconia

Este edital tem três focos temáticos. A instituição proponente poderá optar por um deles ou integrá-los em um mesmo projeto.

Foco temático 1): Apoiar projetos de instituições diaconais, voltados para a realização de processos de avaliação institucional e planejamento institucional.

Foco temático 2): Apoiar projetos de instituições diaconais, voltados para atividades de formação no tema da Justiça de Gênero.

Foco temático 3): Apoiar projetos de instituições diaconais, que objetivam implementar e/ou fortalecer mecanismos de gestão democrática e participativa por meio de processos formativos e/ou práticos com as diferentes instâncias da instituição.

Com abrangência nacional, serão considerados projetos vindos de instituições diaconais com vínculo confessional com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB).

Edital FLD 04/2017 - Direitos

O apoio se dará a projetos voltados para a defesa e garantia de direitos, com foco em justiça de gênero, direitos da população LGBT, democratização da comunicação, direitos das pessoas refugiadas e imigrantes, incidência em direitos humanos e superação da intolerância religiosa.

Com abrangência nacional, considerará projetos encaminhados por coletivos, redes, fóruns, movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

Clique para fazer o download dos arquivos:

Edital FLD 01/2017 - Justiça Econômica

Edital FLD 02/2017 - Justiça Socioambiental

Edital FLD 03/2017 – Diaconia

Edital FLD 04/2017 - Direitos

Orientações para preenchimento de propostas para FLD

Versão para Impressão - Orientações para preenchimento de propostas para FLD

Formulário para Elaboração de Projetos da FLD


Reprodução: FLD